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17/12/2014

Juros avançam com piora da cena externa

Os juros futuros avançaram ontem na BM&F em meio à alta do dólar e à venda de ativos de países emergentes. Mais uma vez, o giro foi reduzido, o que revela a falta de apetite dos investidores, que se retraem neste fim de ano diante das incertezas no Brasil e no exterior.

Do lado doméstico, há dúvidas sobre o ajuste fiscal e temores em relação aos desdobramentos da crise na Petrobras. Lá fora, causa apreensão o mergulho do preço do petróleo e a tendência de apreciação global do dólar.

Cresce a expectativa de que o Federal Reserve (Fed, o Banco Central americano) dê sinais amanhã de que pode começar a apertar a política monetária no primeiro semestre de 2015. Uma ala de economistas acredita que o Fed possa retirar de seu comunicado a expressão “período considerável” para se referir ao prazo em que os juros serão mantidos perto de zero.

Essa possibilidade leva o dólar a ganhar força em relação às demais divisas, como a brasileira. E a depreciação do real se traduz em pressões inflacionárias, o que faz os agentes aumentarem os prêmios de risco exigidos.

A taxa do contratos futuro de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2021 – mais suscetível ao humor dos estrangeiros – foi de 12,38% para 12,49%. Segundo analistas, os prêmios parecem atraentes e, caso o ambiente externo fosse benigno, provavelmente atrairiam fluxo de recursos externos.

A pressão também foi observada entre os DIs mais ligados às expectativas para o rumo da taxa Selic no ano que vem. Diante da depreciação do real e da possibilidade de que o IPCA avance 1% em janeiro, o Banco Central (BC) teria que prosseguir com o aperto monetário a despeito da fraqueza da economia. Ontem, o BC informou que Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) caiu 0,26% em outubro, enquanto as projeções colhidas pelo Valor Data variavam entre estabilidade e alta de 0,53%.

Apesar disso, o DI com vencimento em abril de 2015 subiu de 12% para 12,05%, espelhando expectativa amplamente majoritária em duas elevações seguidas da Selic em 0,50 ponto percentual, nos encontros do Comitê de Política Monetária (Copom) em janeiro e março de 2015.

Ontem, o diretor de Assuntos Internacionais do BC, Luiz Awazu Pereira da Silva, afirmou, no Rio de Janeiro, que o colegiado do BC vai “continuar a fazer o que for necessário para colocar a inflação na meta”.

Via: Jornal Valor

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