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16/07/2014

Ibovespa acompanha queda de NY e Europa

Os investidores definitivamente tiraram férias da Bovespa nesta segunda semana de julho. Enquanto os brasileiros estão em ritmo de Copa do Mundo, os estrangeiros aproveitam o verão no Hemisfério Norte. Com jogo da seleção brasileira hoje e feriado no Estado de São Paulo na quarta-feira, o ritmo do mercado tende a ser bem lento ao longo desta semana. Ontem o Ibovespa fechou em baixa de 0,47%, aos 53.801 pontos, com volume de apenas R$ 3,895 bilhões.

O mercado local acompanhou o viés negativo de Wall Street, que devolveu ganhos, após o índice Dow Jones atingir o pico histórico de 17 mil pontos na última quinta-feira. O Dow caiu ontem 0,26%, para 17.024 pontos; o Nasdaq recuou 0,77%, para 4.451 pontos; e o S&P 500 fechou em baixa de 0,39%, aos 1.977 pontos.

As principais bolsas da Europa também fecharam no vermelho. A decepção com a produção industrial da Alemanha, que caiu 1,8% em maio, trouxe desânimo ao mercado. O índice DAX, da Frankfurt, perdeu 1,03%, seguido pelo CAC-40 (Paris), que caiu 1,41%, e pelo FTSE 100 (Londres), com recuou 0,62%.

Lá fora, os investidores aguardam a divulgação na quarta-feira da ata da última reunião do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês) do banco central americano (Fed). As atenções estarão concentradas nos comentários sobre emprego e inflação no país, especialmente após o “payroll” (dado oficial de emprego) mais forte que o esperado em junho. De qualquer forma, analistas acreditam que o viés negativo deve prevalecer sobre as bolsas americanas.

“A correção parece normal e deve continuar nas próximas semanas, antes de vermos altas mais consistentes. A temporada de resultados corporativos do segundo trimestre será importante para ver como andam as empresas, vis-à-vis as expectativas de crescimento. [Hoje] os resultados da Alcoa serão divulgados”, destacou a Guide Investimentos em nota.

Por aqui, a fraqueza da economia continua sendo assunto nas mesas de operações. Os números divulgados ontem pela Anfavea confirmaram que a atividade está fraca, o que não é bom para a bolsa. A produção de veículos no país caiu 33,3% em junho na comparação com igual período de 2013. Em relação a maio, houve queda de 23,3%. Desde janeiro, as montadoras acumulam queda de 16,8% na produção.

E, pela sexta semana consecutiva, os analistas de mercado reduziram suas estimativas para a expansão da economia brasileira neste ano e também voltaram a cortar as projeções para a produção industrial, de acordo com o boletim Focus, do Banco Central. A mediana das projeções para expansão do PIB em 2014 caiu de 1,10% para 1,07%, enquanto a estimativa para a produção industrial saiu de queda de 0,14% para recuo de 0,67%.

“Acompanhamos as perdas das bolsas internacionais e também estamos enfrentando piora dos índices econômicos”, afirma o estrategista da SLW Corretora, Pedro Galdi. “Por enquanto, estamos no pão e circo da Copa. Depois, a campanha política vai pegar com mais força e vai cair a ficha, com perspectivas de demissões e resultados ruins da indústria”, comenta.

Entre as principais ações do Ibovespa, Ambev ON (-1,40%, a R$ 16,09) liderou as perdas, seguida de Petrobras PN (-1,25%, a R$ 17,28), Bradesco PN (-0,73%, a R$ 32,40) e Vale PNA (-0,71%, a R$ 27,66). Já Itaú PN (0,40%, a R$ 31,90) e Banco do Brasil ON (1,05%, a R$ 24,87) evitaram uma queda maior do índice.

CSN ON (3,16%) foi destaque de alta, com a Itaú Corretora liderando as compras. A corretora é responsável pela operação de recompra de papéis, que vai até o dia 25.

Hoje o pregão termina mais cedo, às 14h30, devido ao jogo da seleção brasileira contra a Alemanha, às 17 horas, em Belo Horizonte. Na quarta-feira, a Bovespa não abre devido ao feriado da Revolução Constitucionalista de 1932.

“Se o Brasil perder o jogo [de hoje], provavelmente na quinta ou sexta o mercado começa a voltar ao ritmo normal. Se vencer, esse clima de ressaca vai continuar pelo menos até segunda-feira”, prevê o diretor da Mirae Corretora, Pablo Spyer. “A Copa do Mundo puxa o freio de mão não só aqui, mas globalmente. Todo mundo para e fica assistindo os jogos.”
Via: Jornal Valor

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