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15/07/2014

Especulação eleitoral volta a agitar Bovespa

O clima na Bovespa ontem teve ares de divulgação de pesquisa eleitoral apontando avanço da oposição. Mas o único fato concreto é que esse foi o primeiro pregão da bolsa brasileira após a derrota humilhante da seleção para a Alemanha na Copa do Mundo.

Conforme informou o Valor ontem, analistas acreditam que o placar do jogo de terça-feira poderá prejudicar a campanha de Dilma Rousseff à reeleição, abrindo espaço para o avanço da oposição.

“É difícil avaliar o efeito da derrota como um fundamento, como algo sustentável do ponto de vista eleitoral. Mas o fato é que um grande fluxo de capitais entrou na Bovespa com base nessa especulação eleitoral”, disse o gestor da Guide Investimentos Luis Gustavo Pereira.

“A reação do Ibovespa me surpreendeu”, diz Álvaro Bandeira, economista-chefe da Órama Investimentos. Fazendo coro com outros analistas, ele esperava uma reação à alta dos ADRs (recibos de ações negociados nos EUA) na quarta-feira, mas acreditava que as perdas no exterior pesariam.

“A explicação para a alta é a concentração de ganhos em Petrobras, Banco do Brasil e elétricas, que avançaram com a perspectiva de prejuízos para Dilma Rousseff na corrida presidencial, após a derrota do Brasil na Copa”, afirmou.

O mercado local ignorou o clima negativo nas bolsas internacionais, que repercutiram o agravamento da crise financeira do grupo português Banco Espírito Santo (BES). Aqui, apenas as ações da Oi refletiram a preocupação externa, devido à participação da Portugal Telecom na operadora brasileira.

O Ibovespa fechou em alta de 1,79%, aos 54.592 pontos, com forte volume de R$ 7,760 bilhões. Entre as principais ações do índice, Itaú PN (4,63%, a R$ 33,20) e Petrobras PN (4,50%, a R$ 18,11) concentraram os ganhos, acompanhadas por Bradesco PN (2,96%, a R$ 33,00) e Banco do Brasil ON (3,95%, a R$ 26,26).

Já Ambev ON (-2,48%, a R$ 15,67) e Vale PNA (-0,07%, a R$ 27,66) terminaram em campo negativo. O fim da Copa e a expectativa de aumento de imposto sobre a cerveja a partir de setembro pesaram sobre as ações da companhia de bebidas.

No topo do Ibovespa ficaram Gol PN (10,96%), Cemig PN (6,05%) e Petrobras ON (5,20%). As ações da Gol reagiram aos critérios anunciados pelo governo para redistribuir as autorizações de pouso e decolagem do aeroporto de Congonhas, considerado como um dos mais rentáveis do país.

Já as ações da Cemig avançaram em resposta à decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que adiou, do dia 11 para o dia 31, o pagamento da energia de curto prazo contratada pelas distribuidoras em maio. Além da Cemig, ações de outras empresas do setor também tiveram altas expressivas: Eletropaulo PN (4,04%), Cesp PNB (3,37%) e Copel PNB (2,44%).

Oi PN (-14,45%) foi o destaque negativo do dia. O papel sentiu as notícias vindas de Portugal sobre a grave situação do Banco Espírito Santo (BES). A crise acende uma luz amarela sobre a fusão entre Oi e a Portugal Telecom (PT), que tem o BES como acionista.

Via: Jornal Valor

Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.

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