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15/07/2014

Dólar e juros sobem com aversão a risco

A aversão a risco no exterior se estendeu às operações no mercado local e levou o dólar e as taxas dos contratos futuros de juros a fecharem em alta ontem. A busca por segurança foi ditada pelas preocupações com a economia global, em meio a dados fracos na Europa e na China, notícias corporativas negativas (centradas no grupo português Espírito Santo) e dúvidas sobre a capacidade das moedas emergentes seguirem em trajetória ascendente. A revisão veio após o cronograma de retirada de estímulos monetários do Federal Reserve (Fed, banco central americano) apontar para outubro.

O dólar comercial subiu 0,34%, fechando a R$ 2,2221. Depois de atingir a máxima de R$ 2,2270 pela manhã, o fluxo mais positivo à tarde e a alta da bolsa levaram a moeda a reduzir a valorização ante o real. No mês, porém, o fluxo está mais fraco que a média por conta da diminuição das operações com a Copa do Mundo e do período de férias no Hemisfério Norte.

Lá fora, o dólar subiu em relação às principais moedas refletindo dados mais fracos que o esperado da produção industrial em alguns países na Europa e o crescimento abaixo do previsto das exportações na China. Nos EUA, o recuo maior que o previsto pelos analistas nos pedidos de auxílio-desemprego contribuiu para o fortalecimento da divisa.

Na quarta-feira, o Fed sinalizou na ata da última reunião de política monetária que o programa de compra mensal de títulos pode terminar em outubro. O mercado agora passa a discutir quando o Fed deve começar a elevar a taxa básica de juros, próxima de zero há quase seis anos.

Na Europa, as preocupações com as finanças do Banco Espírito Santo aumentaram o receio de um contágio financeiro para outros mercados da periferia da zona do euro, ampliando a aversão a ativos de risco. O iene, procurado em momentos de aversão a risco, alcançou a máxima em cinco meses ante o euro e em dois meses na comparação com o dólar.

Acompanhando o comportamento do dólar, os juros futuros fecharam em alta, descolando do movimento das taxas dos títulos do Tesouro americano (Treasuries), que fecharam em queda ontem. A maior aversão a risco no exterior fez com que os investidores corressem para os papéis americanos. O DI para janeiro de 2016 fechou a 11,09% (ante 11,07% do pregão anterior). Já o DI para janeiro de 2017 encerrou a 11,44% (ante 11,40%).

Parte da alta dos DIs ontem pode ser atribuída também ao leilão expressivo de papéis prefixados. Foram vendidas 3,350 milhões de Letras do Tesouro Nacional (LTNs) e o lote integral de 1 milhão de Notas do Tesouro nacional – série F (NTN-F), o papel preferido dos estrangeiros. O título para janeiro de 2025 saiu na média de 12,1099%, uma taxa para lá de atrativa, ainda mais com a volatilidade reduzida do câmbio.

Para Paulo Petrassi, chefe de renda fixa da Leme Investimentos, a combinação de um período tradicionalmente mais favorável com a inflação com dados fracos de atividade sustenta a aposta de que a Selic permanecerá congelada em 11% até o fim do ano. “A curva já está bem ajustada a esse ambiente. O mercado deve esperar o resultado das eleições para se mexer. Em todo caso, acho que haverá necessidade de nova alta da Selic no ano que vem”, afirma.
Via: Jornal Valor

Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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