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29/09/2014

Ações sobem no exterior após indicadores

Dado mais forte do setor imobiliário dos Estados Unidos e a renovação da expectativa de que o Banco Central Europeu (BCE) terá de adotar medidas de estímulos mais agressivas para impulsionar a frágil recuperação econômica da zona do euro incentivaram o apetite por risco ontem. As principais bolsas da Europa fecharam em alta, e Wall Street seguiu o mesmo caminho.

Na Europa, o gatilho veio da informação do instituto Ifo, segundo a qual o índice de confiança empresarial da Alemanha caiu de 106,3 pontos em agosto para 104,6 pontos em setembro, atingindo o patamar mais baixo desde abril de 2013. A leitura ficou muito aquém da expectativa de 105, 8 pontos dos analistas ouvidos pelo “The Wall Street Journal” e sugere que a maior economia da Europa não deve voltar para um crescimento forte, o que pode levar o BCE a ter de agir.

Em Frankfurt, a bolsa subiu 0,70%. A alta do principal índice acionário de Londres foi de 0,45%, e Paris avançou 1,25%.

Além da influência do rumo positivo do mercado europeu, Wall Street reagiu à surpresa com dados do setor imobiliário. O Departamento do Comércio americano informou que a venda de imóveis residenciais novos aumentou 18% em agosto na comparação mensal, para a taxa anual sazonalmente ajustada de 504 mil unidades. Analistas previam um avanço bem menor, de 3,4%, para 426 mil.

O índice Dow Jones avançou 0,90%, para 17.210 pontos, Nasdaq ganhou 1,03%, para 4.555 pontos, enquanto S&P 500 foi para 0,78%, para 1998 pontos.

Os ganhos do dia foram generalizados, com nove dos dez principais setores do S&P em alta no pregão, liderados pelas ações de saúde e biotecnologia. As ações do setor de construção também subiram após os dados positivos do setor.

“Estamos vendo uma retomada nos dados da construção, que não foram muito bons por um tempo, e as pessoas estão comprando”, disse Tim Ghriskey, diretor de investimentos do Solaris Group em Nova York.

Os investidores acompanharam também discursos de dirigentes do Federal Reserve, já que o debate sobre quando a elevação nos juros virá segue acirrado. A presidente do Fed de Cleveland, Loretta Mester, disse que a economia americana tem feito progresso “substancial”, mas que a decisão do banco central quanto à política monetária dependerá do comportamento dos indicadores. Já o presidente do Fed de Chicago, Charles Evans, afirmou que, antes de elevar os juros, a instituição deveria esperar até que tenha certeza que a recuperação é mesmo sustentável. Dos dois, apenas Mester tem direito a voto este ano no Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc, na sigla em inglês).

“O aumento nos juros não me preocupa porque ele será resultado da melhora econômica do país”, disse Dan Veru, chefe de investimento da Palisade Capital Management.

No mercado de Treasuries (títulos do Tesouro americano), o juro da T-note de 10 anos encerrou em alta e foi para 2,567%. O contrato de ouro para dezembro, o mais negociado em Nova York, foi pressionado pela valorização do dólar e fechou em baixa de US$ 2,50 (0,2%), a US$ 1.219, 50 a onça-troy. (Com agências internacionais)
Via: Jornal Valor

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