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26/05/2017

VMH, de zinco e cobre, pode render US$ 1,3 bi em IPO

Por Renato Rostás | De São Paulo

A Votorantim Metais Holding (VMH) já iniciou conversas preliminares com bancos e investidores para dar prosseguimento ao processo de abertura de capital, apurou o Valor. Segundo fontes, porém, não houve ainda nenhum avanço formal nesse sentido e não foi tomada ainda uma decisão final quanto ao assunto.

Desde o ano passado, quando a área de polimetálicos foi separada do grupo e houve a criação da VMH, a empresa montou sua estrutura de governança corporativa e de capital para se preparar para a operação. Uma fonte com conhecimento do processo garantiu que a empresa já está pronta para uma oferta pública inicial de ações (IPO, na sigla em inglês) a qualquer momento.

A VMH tem como principal negócio a mineração e metalurgia de zinco, além de cobre e subprodutos como prata. Antes, dentro da Votorantim Metais, estava junto com alumínio e níquel.

Ir ou não à bolsa, entretanto, vai depender das condições de mercado no momento. A VMH ainda não contratou um banco para coordenar o IPO e as conversas foram uma prospecção de interesses. A abertura de capital provavelmente seria feita apenas no exterior, de preferência na Nyse, de Nova York, ou na bolsa de Toronto, no Canadá.
Em entrevista, o diretor financeiro do grupo, Sergio Malacrida, disse que a companhia não comenta rumores de mercado.

Se for à bolsa de fato, uma oferta da VMH poderia render à Votorantim S.A., de saída, algo em torno de US$ 1,3 bilhão. Considerando o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) do primeiro trimestre extrapolado para o período de um ano, o endividamento da empresa e o prêmio geralmente pago para mineradoras e produtoras de metais em Nova York, esse seria o valor de 25% das ações.

A VMH atualmente é a operação mais redonda da Votorantim S.A. Entre janeiro e março, por exemplo, foi a única que apresentou lucro líquido consolidado, de R$ 90 milhões. A empresa produz e processa zinco e cobre, principalmente. Controla a mineradora de zinco Milpo e a metalurgia Cajamarquilla, ambas no, no Peru. A receita líquida cresceu 35% no trimestre, em base anual, para US$ 521 milhões, e o Ebitda ajustado avançou 49%, para US$ 136 milhões.
Fibria e Citrosuco encontram-se em bom momento, mas não são controladas integrais do grupo.

A Votorantim Cimentos, que chegou a abrir registro na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) para um IPO, e voltou atrás por falta de condições de mercado, também continua pronta. Fonte próxima à empresa, todavia, ressaltou que o processo agora seria muito mais desafiador, devido à piora do setor no Brasil.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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