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15/03/2017

Takeda muda comando no Brasil e mira aquisições

Por Stella Fontes | De São Paulo

Renata Campos assume presidência do laboratório japonês no país em abril

Dona das marcas Neosaldina, Nebacetin e Eparema, a farmacêutica japonesa Takeda terá novo comando no Brasil a partir do mês que vem. Há 11 anos na companhia, Renata Campos, 39 anos, assumirá a presidência da operação local e a liderança do laboratório na América Latina, com a meta de manter o ritmo de crescimento de dois dígitos nas vendas na região. Aquisições de marcas ou outras companhias, no mercado brasileiro ou em outros países latino-americanos, também estão no radar.

Formada em Farmácia e Bioquímica pela Universidade de São Paulo (USP), Renata foi diretora-geral da Takeda na Turquia entre setembro de 2013 e fevereiro de 2015 e estava, desde março daquele ano, na presidência das operações na Argentina. O atual presidente da Takeda no Brasil e líder para a América Latina, Ricardo Marek, 46 anos, vai se transferir para Cingapura, de onde comandará os negócios em 37 países reunidos na área denominada mercados emergentes, que é motor do crescimento da farmacêutica japonesa.

Com faturamento anual da ordem de US$ 16 bilhões, a Takeda já indicou ao mercado que deve fechar o ano fiscal de 2016, que se encerra em 31 de março, com crescimento de 5%. Os emergentes, que incluem alguns dos maiores mercados farmacêuticos do mundo como China e Brasil, respondem por cerca de 19% do faturamento global, ou cerca de US$ 3 bilhões em uma conta aproximada. No país, que representa quase metade dos negócios na região, a Takeda está no grupo das dez maiores farmacêuticas, com “alguns bilhões de reais” em vendas.

Mais conhecida por medicamentos isentos de prescrição (OTCs) em determinados mercados como o brasileiro, a farmacêutica japonesa definiu como pilares de sua atuação as áreas de gastroenterologia, oncologia e sistema nervoso central. E pretende entrar no mercado de vacinas, com um imunizante contra a dengue que está na fase três de estudos clínicos.

De acordo com Marek, a despeito da crise no país, 2016 foi um ano positivo para todas as operações na América Latina, com crescimento importante não apenas no Brasil, mas também na Argentina e na Colômbia e recuperação do México. “A América Latina vai mostrar duplo dígito de crescimento e uma das missões é manter esse ritmo até 2020”, afirmou.

Para alcançar a meta, a nova presidente aposta ainda no bom desempenho das vendas do Entyvio (vedolizumab), medicamento biológico para tratamento de doença de Crohn e colite ulcerativa. A farmacêutica também tem novidades em oncologia, com novo tratamento para linfoma de Hodgkin. “Nos próximos anos, a intenção é entrar em mieloma múltiplo [um tipo de câncer]”, contou Renata.

Comprar marcas reconhecidas ou outras companhias segue nos planos do laboratório, que chegou a analisar dois potenciais negócios no ano passado. As conversas, porém, não prosperaram e a Takeda está “olhando ativamente possibilidades de compra, não limitadas ao Brasil”. “Estamos olhando toda a América Latina, incluindo México”, disse Marek.

Uma potencial aquisição, segundo o executivo, poderá envolver marcas de valor, similares de marca, um OTC conhecido do consumidor ou produtos que estejam dentro das áreas de atuação da Takeda. Genéricos ou dermocosméticos estão fora do radar de interesse. “Temos bancos de investimento mapeando as possibilidades de mercado”, comentou.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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