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06/09/2017

Suzano abre temporada de captações externas

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Por Daniela Meibak | De São Paulo

Silveira, do Santander: primeiras ofertas serão de emissores frequentes, novos aparecem mais para o fim do mês

A Suzano abriu ontem uma nova rodada de captações externas que promete ser aquecida para os emissores brasileiros, com cerca de dez operações na fila para sair até o fim do ano. A expectativa dos bancos que coordenam as ofertas é que o volume de emissões em 2017 fique entre US$ 25 bilhões e US$ 30 bilhões, alta de 36% em relação ao ano passado ao considerar o teto da estimativa. Até agora, foram levantados cerca de US$ 17 bilhões em bônus no exterior, incluindo o Tesouro Nacional.

A produtora de papel e celulose captou US$ 400 milhões com a reabertura dos bônus com vencimento em 2026 (“green bond”) e 2047, a um custo menor em relação às ofertas originais. No prazo mais curto, foram US$ 200 milhões com um retorno ao investidor (“yield”) de 4,625%, ante taxa de 5,875% da emissão original realizada no ano passado. No vencimento mais longo, US$ 200 milhões com yield de 6,3%, ante 7,375% da operação feita em março.

Segundo uma fonte que acompanhou a operação, os papéis de dez anos foram colocados com uma taxa similar à do mercado secundário, mas o de 30 anos saiu abaixo dos yields negociados, o que não é comum dada a exigência de prêmio para entrar em novas operações (“new issue premium”, no termo em inglês). A demanda total superou US$ 2 bilhões.

“Aproveitamos o momento favorável tanto para o mercado de capitais quanto para a percepção de risco da Suzano. A empresa tem hoje custo competitivo, está se desalavancando trimestre a trimestre e o preço da celulose está em alta. Tudo isso contribuiu”, conta Marcelo Bacci, diretor de finanças e relações com investidores da companhia. O prazo médio da dívida deve sair de 5,2 anos para mais de 6,5 anos.

Os recursos serão usados para financiar a recompra de títulos com vencimento em 2021, também anunciada ontem, e pagar dívidas bancárias mais caras. A intenção da empresa é tirar apenas US$ 100 milhões de bônus em circulação, porque hoje o cenário é favorável para emissão, e não recompra. “Está caro comprar”, comenta um banqueiro.

Essa é a primeira de uma fila de até dez emissores que devem vir a mercado este ano, de acordo com os especialistas. A concorrente Klabin já anunciou uma rodada de reuniões com potenciais investidores para emitir cerca de US$ 500 milhões com “green bonds” de dez anos. O roadshow acontece nos Estados Unidos e na Europa nos dias 7, 8 e 11 de setembro e a expectativa é fechar a operação na próxima terça-feira, dia 12.

A empresa, que não vai ao mercado internacional de dívida desde 2014, concluiu em meados do ano passado a sua nova fábrica de celulose e atingiu agora todo o uso da capacidade do empreendimento. Com isso, é esperado o movimento de desalavancagem nos próximos meses.

Outro que deve voltar ao mercado até o fim do mês é o Banco do Brasil. A instituição está em fase de seleção dos bancos que coordenarão a operação, de acordo com fontes. O BB quer fazer a emissão com bônus para compor seu capital nível 1 e se adequar às regras da Basileia 3 até 2019. Cemig e Eletrobras continuam com planos de emitir, e Fibria, Marfrig, Caixa Econômica e até o Tesouro acompanham de perto as condições de mercado. Além dessas, mais três novos emissores estudam lançar operações.

As primeiras semanas da nova temporada, que vai até o fim do mês que vem, deve ser marcada pelos emissores frequentes, segundo Guilherme Silveira, superintendente executivo da área de mercado de capitais de dívida do Santander. Os estreantes devem ficar para o fim de setembro ou outubro.

De acordo com Felipe Wilberg, diretor de mercado de capitais de dívida do Itaú BBA, o momento é propício para as companhias irem a mercado. “Os juros americanos estão controlados, assim como os investidores mais otimistas com medidas econômicas locais e a queda de juros têm ajudado a melhorar a qualidade de crédito das empresas”, explica.

Ricardo Leoni, diretor-executivo responsável por mercados de capitais de dívida do J.P. Morgan, acrescenta que os bônus brasileiros já são negociados em níveis melhores que os patamares do início de maio, antes da delação dos executivos da JBS. Para se ter ideia da melhora na percepção do risco, o CDS brasileiro de 5 anos era negociado ontem a 188 pontos-base, de volta aos níveis de 2014. Apesar do momento positivo, Leoni ainda vê espaço para aperto nas taxas dos bônus, por isso o apetite do investidor por Brasil.

O cenário local, ressalta Philip Searson, responsável pela área de renda fixa internacional do Bradesco BBI, já não preocupa tanto. Segundo ele, hoje os investidores estão menos sensíveis às notícias diárias e possuem uma visão de mais longo prazo para o país.

A gestão de passivos segue como principal objetivo das emissões no mercado internacional, afirma Hans Lin, responsável pelo banco de investimento do Bank of America Merrill Lynch no país. “Hoje o nível [de preços] está tão atraente que é possível antecipar os financiamentos de 2018, que pode ser mais volátil por ser um ano eleitoral.”

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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