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06/07/2017

Santander quer crescer no país, mas evita falar em aquisições

Por Lucinda Pinto | De Madri*

O Santander quer continuar crescendo no Brasil, numa estratégia que passa por estreitar sua performance em relação aos outros dois grandes bancos privados, mas evita falar em novas aquisições. Essa foi a mensagem transmitida pelos principais executivos do banco – Ana Botín, presidente global do Santander, e Sérgio Rial, presidente da instituição no Brasil – durante o XVI Encontro Santander-América Latina.

Rial garantiu que não está havendo negociações para a compra de nenhuma plataforma digital, negando assim a informação de que o banco estaria interessado na aquisição da Guide e também do banco Original que circulou recentemente. Segundo Rial, não há conversação com nenhum desses dois “players” neste momento.

Na abertura do evento ontem, Ana Botín havia dito que o banco está sempre olhando o mercado, mas que só tem interesse caso a operação mostre-se “rentável”. E que a primeira opção do banco ainda é o crescimento orgânico.
“Não precisamos comprar, mas se forem rentáveis, vamos analisar oportunidades que se somem ao mix do banco e cumpram rigorosos critérios financeiros”, afirmou.

Especificamente sobre o Original, o executivo disse que o banco “não complementaria a estratégia do banco”. Rial disse que, no caso do HSBC, que foi comprado pelo Bradesco, e do Citi, adquirido pelo Itaú, “o Santander tinha interesse e colocou um preço”. “Mas alguém colocou um preço maior”, afirmou. “Comprar significa pagar um prêmio por algo que você não consegue fazer sozinho, e não vemos no momento essa necessidade.”

O investimento em digitalização e automação é hoje, segundo os executivos, uma das importantes estratégias para a expansão da operação no Brasil e melhora da competitividade. Um exemplo prático dessa visão é o lançamento de nova ferramenta voltada para o crédito imobiliário, com o objetivo de acelerar o processo de liberação dos financiamentos. Trata-se de um aplicativo pelo meio do qual o cliente poderá fazer todo o processo – consulta, aprovação e envio da documentação. “O cliente fará a gestão e o acompanhamento de todo o ciclo, o que agilizará o prazo de análise, aprimorará o acompanhamento pelo cliente, que poderá enviar documentos pelo aplicativo sem perder tempo com deslocamento.”

Segundo Rial, o crédito imobiliário começa a dar sinais de que está “destravando”. E que o banco se preparou para se posicionar de forma mais competitiva durante o período de retração desse segmento, ou seja, olhando para as oportunidades que surgem depois da crise. Isso deve levar o banco a crescer no segundo semestre numa taxa mais acelerada do que no primeiro nessa modalidade de financiamento. Rial afirmou ainda que o crédito para veículos também começa a ficar melhor. Já para a pessoa jurídica, uma retomada mais consistente deve ocorrer somente em 2018.

O Brasil segue como foco importante dentro da estratégia global do banco, que tem hoje 44% dos resultados vindos da América Latina – ante 40% em igual período do ano passado. Ana enfatizou que uma boa notícia para o banco é que todos os países onde tem operações vão crescer este ano, algo que não ocorria há muito tempo.
Rial disse acreditar que a reforma trabalhista será aprovada e que, no caso da reforma da Previdência, pode ser alterada a idade mínima para aposentadoria. “Vai passar porque não tem outro jeito.”

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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