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01/09/2017

SAFRA AMERICANA PRESSIONA COTAÇÕES DOS GRÃOS EM CHICAGO

Por Fernando Lopes, Cleyton Vilarino e Bettina Barros | De São Paulo

Os preços dos grãos bem que ensaiaram uma recuperação na bolsa de Chicago em julho, mas voltaram a recuar em agosto e permanecem em patamares baixos se comparados aos da primeira metade desta década. Ocorre que o desenvolvimento das lavouras de milho, soja e trigo transcorreu bem no mês passado nos Estados Unidos, o que dissipou as preocupações em relação a eventuais perdas e confirmou o cenário de ofertas confortáveis em relação às demandas, que deverá dar o tom em todo o segundo semestre.

Cálculos do Valor Data com base nas médias mensais dos contratos futuros de segunda posição de entrega mostram que, no mercado de soja – carro-chefe do agronegócio brasileiro -, a queda do mês passado foi de 5,48%. Em relação à média de dezembro, o valor é 8,43% menor, e na comparação com agosto de 2016, há retração de 4,64%. No caso do milho, a baixa sobre o mês anterior foi de 5,7%, mas em relação a dezembro e a agosto de 2016 as variações são positivas – 2,9% e 10,33%, respectivamente. O Brasil lidera as exportações globais de soja, e é o segundo no ranking do milho.

A cotação média dos papéis do trigo – as importações brasileiras do cereal estão entre as maiores do mundo – caíram ainda mais em agosto na comparação com o mês anterior (13,3%), mas o valor ainda é maior que o registrado em dezembro (10,35%) e que o de agosto de 2016 (6,23%). Mas na comparação com agosto de 2012, por exemplo, nos três casos (soja,milho e trigo) os atuais patamares de negociação são cerca de 50% menores – eram tempos, contudo, em que a demanda ainda crescia em velocidade maior que a oferta. Os últimos movimentos dos fundos especulativos que atuam em Chicago indicaram aumento nas apostas de baixa.

Na bolsa de Nova York, as principais “soft commodities” variaram menos, e todas (açúcar, café, cacau, suco e algodão) fecharam agosto com quedas tanto em relação às médias de dezembro quanto sobre as de agosto do ano passado. Na comparação anual, quem mais perde é o cacau (34,72%), seguido por açúcar (28,99%), suco de laranja (26,22%), café (5,18%) e algodão (1,95%). As boas produções brasileiras de cana e laranja pressionam açúcar e suco, mas os problemas de rendimento em lavouras do país passaram a oferecer suporte ao café.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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