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20/07/2017

Reckitt se desfaz de área alimentar e reduz dívidas

Por Financial Times, de Los Angeles, Nova York e Londres

Reckitt Benckiser, comandada por Kapoor, levantou mais do que o esperado com acordo de US$ 4,2 bi com a McCormick

A Reckitt Benckiser vendeu sua unidade de alimentos, dona das marcas de mostarda French’s e do molho de pimenta Frank’s RedHot, para a americana McCormick & Company por US$ 4,2 bilhões, um valor bem acima do esperado.

A empresa de condimentos e ervas superou a concorrência de vários ofertantes que operam no setor, como a rival doméstica Pinnacle Foods, para ganhar a unidade.

O negócio vai ajudar a elevar as vendas líquidas da McCormick para cerca de US$ 5 bilhões em 2017. A fabricante da pimenta Schwartz havia desistido em 2016 de outro alvo no Reino Unido, a Premier Foods.

A venda libera a Reckitt Benckiser para se concentrar na recuperação da recém-adquirida Mead Johnson e vai ajudar a reduzir o custo para financiar os US$ 18 bilhões da compra do grupo de nutrição para bebês.

“Acreditamos que os recursos vão ser usados para pagar parte das dívidas existentes e para ajudar em uma desalavancagem mais rápida”, disse Ernesto Bisagno, da agência avaliadora de risco de crédito Moody’s Investors Service.

Bisagno calcula que o endividamento bruto da Reckitt Benckiser cairá para o equivalente a 2,6 vezes o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) em 2019, em vez do patamar de 3,2 que a agência previa sem a transação.

O analista Andrew Wood, do Bernstein, disse que o valor pago, que representa 7,4 vezes as vendas de 2016 e 20,4 vezes o Ebitda, foi bastante superior às aquisições similares acompanhadas desde 2001. “Claramente, esses são múltiplos muito atraentes para a RB [Reckitt Benckiser]”, disse.

“O preço de 3,2 bilhões de libras esterlinas é desconcertante”, disse o analista Philip Gorham, da Morningstar. O valor pago, bastante superior às estimativas iniciais de 2 bilhões de libras, “em nossa opinião, necessariamente foi resultado de um processo competitivo de ofertas, o que talvez não seja surpreendente, já que são marcas sólidas em seus respectivos nichos.”

As margens de lucro da divisão de alimentos da Reckitt Benckiser, de 28,7%, são altas para os padrões do setor. Em 2016, as receitas somaram 411 milhões de libras (US$ 556,5 milhões), 5% a mais do que no ano anterior. A unidade contribuiu com um Ebitda de 152 milhões de libras em 2016, mas possui pouca presença em países emergentes e depende em grande medida das vendas nos Estados Unidos.

A Unilever e a Hormel estiverem perto de disputar a aquisição, mas acabaram desistindo, segundo fontes a par da situação.

A Reckitt Benckiser, dona de marcas como Durex (de preservativos) e Nurofen (de analgésicos), havia divulgado em abril que iniciaria uma “revisão estratégica” da operação de alimentos, que não está entre aquelas consideradas essenciais pela empresa.

O CEO da Reckitt Benckiser, Rakesh Kapoor, espera poder impulsionar o crescimento das vendas depois de um boicote a produtos da empresa na Coreia do Sul e do fracasso das inovações em sua linha de itens para os pés Scholl.

O presidente do conselho e CEO da McCormikc, Lawrence Kurzius, disse que a aquisição consolidou a posição do grupo como “uma loja completa para [atender] as necessidades de condimentos, pimentas e temperos”.

A aquisição vai gerar sinergias em torno de US$ 50 milhões em 2020, segundo a McCormick. O negócio deverá ser concluído no terceiro ou quarto trimestre do ano fiscal da McCormick.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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