Consumo de café deve crescer 3,5% este ano, estima Abic

Por Alda do Amaral Rocha | De São Paulo Herszkowicz: colheita em 2018/19 não deve ser tão grande quanto se esperava O consumo de café no Brasil pode crescer 3% […]

Blairo já vê fim de embargo dos EUA à carne in natura

Por Kauanna Navarro | De São Paulo O embargo à carne bovina in natura brasileira pelos Estados Unidos chegará ao fim em outubro, informou ontem Blairo Maggi, ministro da Agricultura. […]

CRESCE CAPTAÇÃO DE FUNDOS DE AÇÕES DO BRASIL, APONTA EPFR

Por Eduardo Campos | De Brasília Os fundos de ações e dívida com foco nos mercados emergentes completaram a quinta semana consecutiva de captação de recursos no período encerrado dia […]

INABILITAÇÃO DE EXECUTIVO DO CRUZEIRO DO SUL É MANTIDA

Por Vinícius Pinheiro | De São Paulo O Conselho de Recursos do Sistema Financeiro Nacional, o Conselhinho, manteve a pena de inabilitação de Luis Felippe Índio da Costa e Luis […]

PESSOAS FÍSICAS COMEÇAM A PUXAR VOLTA GRADUAL DOS EMPRÉSTIMOS

Por Sérgio Tauhata | De São Paulo Marcelo Kopel, do Itaú Unibanco: começamos a ver uma melhora na demanda A retomada do crédito já começou. E, embora tenha engatado apenas […]

NOVAS EMPRESAS QUEREM MUDAR COBRANÇA DE DÍVIDA

Por Vinícius Pinheiro | De São Paulo “Não falamos em cobrança nem em negativação, queremos resolver o problema sem conflito”, diz Lahoud, da QueroQuitar! Uma pequena sala com dez funcionários […]

ÍNDICES FINANCEIROS POSITIVOS ANTECIPAM REAÇÃO ECONÔMICA

Por Arícia Martins | De São Paulo Uma espécie de círculo virtuoso começa a se desenhar no mercado financeiro, apesar da crise política que ganhou novos contornos a partir da […]

BIS FAZ ALERTA PARA “DÍVIDA GLOBAL OCULTA” DE ATÉ US$ 14 TRILHÕES

Por Assis Moreira | De Genebra Claudio Borio, chefe do Departamento Monetário e Econômico do BIS: ausência de inflação intriga e eleva tomada de risco O Banco de Compensações Internacionais […]

Carne bovina atiça protecionismo europeu

Por Assis Moreira | De Genebra Juncker, presidente da Comissão Europeia: em busca de entendimento Setores protecionistas da Europa estão alarmados diante de indicações de que a União Europeia pretende […]

GRUPO FLEURY VOLTA A FAZER AQUISIÇÕES

Por Beth Koike | De São Paulo Carlos Marinelli, do Fleury: “Nossa última aquisição foi em 2011 com o Lab’s” Após seis anos sem fechar aquisições, o Fleury volta às […]

02/08/2017

Porto Seguro lucra mais apesar de resultado financeiro fraco

Por Daniela Meibak | De São Paulo

A Porto Seguro teve melhora operacional nos números do segundo trimestre de 2017, mas sofreu com um resultado financeiro pior na esteira da queda dos juros, volatilidade dos títulos e recuo da inflação. O lucro líquido somou R$ 235,7 milhões, alta de 36,4% na comparação anual.

A última linha do balanço foi favorecida pelo benefício fiscal referente ao pagamento da primeira parte de juros sobre capital próprio no valor de R$ 243 milhões. Desconsiderando esse efeito, o lucro do trimestre seria 1% menor. As receitas somaram R$ 4,14 bilhões no mesmo período, alta de 5,3%, enquanto as despesas ficaram em R$ 4,07 bilhões, alta de 3,6%.

A companhia aumentou os preços nos seguros de automóveis, o que levou a alta de 4% nos prêmios totais para R$ 3,5 milhões, e queda na sinistralidade de 58% para 55% na comparação anual. Para conseguir subir os preços, a empresa abriu mão de participação de mercado e teve um recuo de 3% na frota segurada. O cenário competitivo e os efeitos da recessão econômica também contribuíram para a queda na participação.

No lado positivo, a Porto Seguro já começa a ver alguma retomada nas vendas de veículos novos. A contratação de seguros é mais frequente entre carros novos. A medida que eles vão ficando mais velhos, cai a taxa de contratação. “Esperamos perspectivas melhores para a economia no segundo semestre”, disse o diretor de relações com investidores da seguradora, Marcelo Picanço.

O executivo contou ainda em entrevista ao Valor que a estratégia de alta nos preços, além de buscar reequilibrar os números da própria operação, visou compensar as perdas futuras no resultado financeiro com a continuidade da queda de juros.

O indicador recuou 36,5%, passando para uma receita financeira líquida de R$ 197,3 milhões.

Segundo a companhia, a queda é decorrente da redução do CDI médio em 24% e do menor desempenho das aplicações financeiras (ativos de juro real mais inflação e renda variável), afetados pelas incertezas no cenário político e pela queda acentuada da inflação. A rentabilidade trimestral da carteira, excluindo previdência, foi de 2,1% (82% do CDI) no trimestre.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
< Voltar ao início

contato@marcusherndl.com.br

© 2014 - Todos os direitos reservados - Marcus Herndl

Goodae