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25/07/2017

Paranapanema sobe mais de 15% com nova acionista

Por Stella Fontes e Ivo Ribeiro | De São Paulo

O mercado reagiu bem aos acordos firmados pela fabricante de produtos de cobre Paranapanema com a gigante anglo-suíça Glencore e as ações ordinárias da companhia saltaram mais de 15% na bolsa paulista nesta segunda-feira. Os papéis encerraram o dia com ganho de 15,44% na B3, cotados a R$ 1,72, e com volume negociado de R$ 11,4 milhões, bastante acima dos R$ 834,8 mil transacionados na sexta-feira – quando a companhia anunciou os acordos, após o fechamento do mercado.

Segundo o presidente da Paranapanema, Marcos Câmara, o terceiro trimestre será decisivo e deve ser marcado pela conclusão de negociações em curso para reestruturação de sua dívida. Em teleconferência com analistas, o executivo afirmou que o segundo trimestre correspondeu à fase final da transição da empresa e este deve “ser o trimestre de conclusão de toda a negociação”. “A partir daí, a gente retoma as operações com o plano de negócios aprovado pelo conselho de administração em junho”, disse.

Camara afirmou que o processo de reestruturação em curso visa ao fortalecimento da estrutura de capital da Paranapanema e está relacionado tanto com a capitalização de R$ 66 milhões acertada com a Glencore quanto com a adequação do perfil de sua dívida. A expectativa é a de que nas próximas semanas a companhia chegue a um acordo com bancos na renegociação de compromissos financeiros.

No plano de reestruturação, está também em negociação um aumento de capital da ordem de R$ 290 milhões, o qual inclui o aporte da Glencore. Os principais acionistas, Previ e Caixa Econômica Federal, se comprometeram a participar da operação, na proporção de suas participações – 24% e 17%, respectivamente.

Quem ainda considera se participará, ou não, é a Bonsucex, veículo de investimento do empresário Sílvio Tini. Ele detém 15% do capital da Paranapanema.

Ao mesmo tempo em que acertou o recebimento do aporte da gigante anglo-suíça, a Paranapanema firmou acordo para compra de concentrado de cobre com pagamento futuro e venda de catodo (cobre refinado) também com a Glencore. “Foi uma mera coincidência que a Glencore esteja figurando no aumento de aumento de capital e na compra de concentrado e entrega de catodo”, disse.

Para a segunda operação, a empresa teria consultado formalmente 14 possíveis interessados e a melhor proposta foi apresentada pela trading, contou Câmara.

Questionado sobre as condições desse acordo, o diretor financeiro e de relações com investidores, André Gaia, disse que os termos específicos são confidenciais, mas levam em conta valores de mercado. Por causa da restrição da capital de giro, a Paranapanema teve de reduzir sua taxa de ocupação. A ociosidade no segundo trimestre foi perto de 50%.

Com o acordo comercial com a Glencore, a companhia poderá ampliar o uso da capacidade nos próximos trimestres e, consequentemente, diminuir o impacto negativo da ociosidade, que foi de R$ 48 milhões entre abril e junho. “Em paralelo, as negociações com bancos vêm avançando de forma boa e acreditamos que possam evoluir para a conclusão desse negócio nos próximos meses, talvez até semanas”, disse.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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