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03/07/2017

Mercado total de produtos oferecidos porta a porta tem recuo de 2,8%

Por Tatiane Bortolozi | De São Paulo

O volume de negócios no setor de venda direta recuou 2,8% de janeiro a abril de 2017, em comparação a igual período de 2016. Esse canal de distribuição movimentou R$ 13,7 bilhões no quadrimestre, considerando todos os tipos de produtos oferecidos – de cosméticos e roupas a alimentos -, segundo a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (Abevd).

“O primeiro quadrimestre ainda sente os impactos do quadro de dificuldade econômica, porém há otimismo porque muitas categorias começaram a explorar o canal recentemente e há uma curva de aprendizado até que atinjam a estabilidade”, diz Roberta Kuruzu, diretora-executiva da Abved. “No médio prazo vemos boas oportunidades e vemos que a crise econômica trouxe um olhar mais criativo para empreender em venda direta, com novos portfólios e novos revendedores.”

A associação refinou sua metodologia de pesquisa, a fim de incluir novos setores, e concluiu que o volume de negócios em 2016 foi 13% superior ao considerado anteriormente. Assim, as vendas diretas movimentaram R$ 45,7 bilhões em 2016, valor R$ 5,3 bilhões superior aos R$ 40,4 bilhões antes apurados.

A nova metodologia apontou melhoras decorrentes da maior contribuição de empresas com atuação em setores diferentes dos tradicionais, como o de cosméticos, de onde boa parte da base de dados era extraída, diz Roberta. Foram entrevistados tanto empresas quanto consumidores.

Diante da percepção das empresas de que o mercado era maior do que o previsto, a associação saiu a campo para aprofundar o conhecimento em novos tipos de serviços e produtos que ganharam representatividade na venda direta recentemente, como vestuário e alimentos. A diversificação de áreas de atuação é um reflexo da diversificação de canais para atender o consumidor de forma mais completa, principalmente em alimentos, diz Roberta.

O novo dimensionamento levou em conta 11 categorias, seguindo a classificação da Federação Mundial de Associações de Vendas Diretas. Cosméticos representam 40,4% do setor no Brasil. Vestuário é o segundo maior (11,8%), seguido por acessórios (10,3%), alimentos (6,6%), cuidados para a casa (6,1%) e utilidades domésticas (4,6%). A metodologia considera ainda a venda de serviços como reforma da casa, produtos financeiros e brinquedos.

O setor conta com 4,3 milhões de revendedores, mesmo número contabilizado na pesquisa anterior. Um revendedor trabalha, em média, com catálogos de produtos de cinco empresas diferentes.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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