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04/09/2017

MERCADO TESTA PATAMAR DE 72 MIL NA BOLSA EM SEMANA CURTA COM FERIADO

Por Chrystiane Silva e Juliana Machado | De São Paulo

Os mercados devem movimentar volumes menores nesta semana, graças aos feriados do trabalho hoje nos EUA e da Independência na quinta no Brasil. Se isso vai servir para tirar o fôlego dos ativos locais, que encerraram a semana em terreno bastante positivo, é uma incógnita.

Apesar de a agenda econômica local trazer a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), na quarta-feira, que deve confirmar o corte de 1 ponto percentual da taxa Selic esperado pelos agentes, o cenário político segue no radar. No exterior, o grande evento é a reunião de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), também na quinta-feira. Se a expectativa que norteou a alta das bolsas europeias na sexta-feira for confirmada, o BCE deve esperar até dezembro para definir um plano para redução das compras de ativos financeiros, abrindo espaço para novos ganhos. Na sexta-feira, os mercados foram beneficiados tanto pela cena externa quanto local.

Fora, o impulso veio dos dados mais fracos no mercado de trabalho americano, que estimularam a leitura de que o Federal Reserve (Fed) não deve elevar os juro básico da economia este ano. Por aqui, o otimismo se consolidou com o avanço do Produto Interno Bruto (PIB) do segundo trimestre e a perspectiva de retomada da economia, ainda que de forma lenta. Com esse pano de fundo, o Ibovespa fechou o pregão com alta de 1,54%, a 71.923 pontos, maior nível desde novembro de 2010. E a apenas 1.593 pontos (alta de 2,21%) do recorde histórico, de 73.516 pontos, alcançado em maio de 2008. Entre os grandes destaques, estão as ações das empresas siderúrgicas. Somente na sexta-feira, as preferenciais de classe A da Usiminas subiram 10,30%, as ordinárias da CSN tiveram alta de 6,67% e as preferenciais da Gerdau, mais 5,97%. No acumulado do semana, Usiminas PNA, Gerdau PN e CSN ON subiram 15,11%, 9,42% e 8,18%, respectivamente. O banco HSBC elevou a recomendação para os papéis da Usiminas de neutra para compra e o J.P Morgan fez a mesma coisa com as ações da Gerdau.

Esse movimento, contudo, pode não ser consistente, na avaliação de Eduardo Roche, gestor da Canepa Asset Brasil. “Com um PIB melhor, as ações com maior correlação com o cenário doméstico respondem com mais força. Mas, em uma realização, o contrário também se aplica, e o papel pode cair com mais intensidade”, diz. Segundo ele, os riscos continuam presentes no campo político, com possíveis novas denúncias contra o presidente Michel Temer e ameaças ao trâmite de reformas importantes. Além disso, com a proximidade das eleições presidenciais, o movimento de alta de ativos brasileiros pode esbarrar na realização de lucro. “Comprar Usiminas olhando para frente é uma indicação difícil. Ampliar posição em bolsa parece fazer muito sentido neste momento, mas é preciso cautela”, diz.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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