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07/08/2017

Mercado espera indicadores de inflação antes de novos ajustes

Por José de Castro e Lucas Hirata | De São Paulo

Após um começo de mês marcado por notícias que afetaram sobretudo expectativas para o longo prazo, os mercados iniciam a segunda semana de agosto atentos a potenciais ajustes em posições de vértices curtos e médios, à espera de variáveis que impactam expectativas para os próximos passos da política monetária. Dois importantes índices de inflação serão conhecidos nos próximos dias. E, se surpreenderem para baixo, devem levar o mercado a fortalecer apostas de Selic ainda menor que a projetada nos contratos de juros.

As leituras de julho do IGP-DI e do IPCA devem mostrar alguma recuperação. O Goldman Sachs espera deflação de 0,40% para o IGP-DI, após -0,96% na leitura de junho, e alta de 0,18% do IPCA, após taxa de -0,23% em junho. O UBS também espera IPCA em terreno positivo, em 0,2%, devido a aumentos sazonais na conta de energia elétrica e ao primeiro impacto da elevação de impostos sobre combustíveis. O banco projeta aceleração ainda mais forte do índice em agosto.

“Porém, a perspectiva macro continua a mesma: inflação corrente devendo ficar abaixo da meta”, afirma o UBS, que espera IPCA de 3,7% em 2017. O centro da meta deste ano é 4,5%.

Na curva de juros da B3, o mercado ainda embute Selic em torno de 7,6% ao fim de 2017. Na última semana de julho, essa precificação era um pouco mais alta, de 7,7%. De toda forma, analistas concordam que há espaço para as taxas de DI perderem mais prêmio, especialmente caso se concretizem cenários que contemplam juro mais próximo de 7% até o fim do ano.

A gestora Icatu alerta que a assimetria no mercado de juros parece “cada vez pior”, mas reconhece que ainda existe prêmio a ser consumido. Um ponto de cautela citado pela instituição é a cena política, que, embora menos turbulenta, ainda requer cuidados, sobretudo do lado fiscal. “Contudo, temos entendimento de que, na ausência de novidades relevantes, o movimento recente de redução da inclinação da curva possa continuar”, afirma a casa.

A perspectiva de queda dos juros “conversa” com algumas estratégias que sugerem continuação da queda da percepção de risco. O BNP Paribas – que estima a taxa básica de juros em 7% até o fim do ano – considera que “não seria surpresa” o CDS de cinco anos do Brasil cair para 180 pontos-base, abaixo dos patamares em torno de 200 pontos vistos atualmente.

A equipe de estratégia do banco francês na América Latina, liderada por Gabriel Gersztein, chega a esses números ao utilizar cinco variáveis dentro de seu modelo: taxa Selic, resultado fiscal primário, dívida pública total, variação real do PIB em base anual e inflação também em base anual. “O impacto do fator dinâmica de dívida sobre o CDS até 2018 deixa o CDS projetado abaixo dos patamares atuais. A tendência continua de queda”, dizem os estrategistas. O CDS já devolveu toda a alta acumulada desde o início da turbulência política de meados de maio. A equipe vê potencial de retorno também em posições vendidas em juros de mercado e segue com recomendação de venda de taxa DI acumulada entre janeiro de 2020 e janeiro de 2021.

A queda dos juros foi acompanhada na semana passada pelo dólar, embora em menor intensidade. A moeda americana recuou 0,26% no acumulado da semana, o suficiente para garantir a sexta semana consecutiva de perdas. Na sexta-feira, a cotação marcou R$ 3,1260, ainda em torno de patamares atingidos antes da delação da JBS. A sequência de seis quedas semanais é a mais longa desde as nove semanas de baixa contabilizadas até o fim de fevereiro.

A depender pelo menos do exterior, o UBS ainda vê probabilidade de o real se apreciar. O banco espera taxa de câmbio de R$ 2,90 por dólar, o que equivale a alta de 7,8% da divisa até o fim de dezembro. Numa lista de 28 pares de moedas de mercados desenvolvidos e emergentes, o real deve ter o melhor desempenho até dezembro, segundo projeções do banco suíço.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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