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23/06/2017

Magazine Luiza suspende plano de oferta de ações

Por Adriana Mattos | De São Paulo

As incertezas geradas pela piora do quadro político levaram o Magazine Luiza a suspender o plano de oferta pública de distribuição de ações, mas a operação pode voltar na segunda metade do ano, a depender do humor do mercado, apurou o Valor.

A empresa informou em comunicado, no dia 10 de maio, que avaliava a operação, que seria majoritariamente primária (recursos para caixa da empresa), segundo fontes – o valor atingiria R$ 1 bilhão. A empresa não detalhava as características.

O grupo contava com a abertura de uma janela entre maio e meados de julho, considerando a melhora na situação econômica e certa tranquilidade política verificada naquele momento do anúncio de uma possível operação.

A delação de executivos da JBS, em meados de maio, mudou o quadro, e tomou-se a decisão de avaliar melhor a reação de investidores, inclusive sobre operações de outras empresas. Algumas ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês) estão em compasso de espera – caso da Tivit, de tecnologia da informação, e Omega, geradora de energia, como já informou o Valor.

O Magazine Luiza avalia hoje que “o mercado fechou” mas, além disso, há um entendimento de que não há necessidade de avançar com a operação agora, segundo fonte. Os recursos reduziriam despesas financeiras e reforçariam caixa para investimentos na operação de “marketplace” (em tecnologia e serviços), mas não há urgência.

A empresa já vinha reduzindo níveis de alavancagem nos últimos trimestres e avalia que tem condições para manter projetos anunciados para o ano, sem precisar dos recursos da oferta. A companhia somava quase R$ 800 milhões em saldo de caixa ao fim de março.

Há ainda outro fator que de, certa maneira, torna mais fácil a decisão do grupo de adiar a oferta. As vendas da empresa no segundo trimestre foram melhores do que no primeiro trimestre, com taxas de crescimento em ritmo acelerado, tanto no site quanto nas lojas físicas, disse uma fonte.
Caso decida por uma oferta mais à frente, os números do trimestre que os investidores analisarão devem mostrar um ritmo positivo. Fonte ouvida pelo Valor disse que não houve desaceleração nas vendas na rede nas semanas posteriores à delação da JBS.

Ha um entendimento na varejista de que isso reforça a possibilidade de que a economia ainda vá, gradualmente, se recuperando, apesar do aprofundamento da crise política.

Considerando o bom ritmo do primeiro semestre, há uma possibilidade de que os investimentos do Magazine Luiza fiquem um pouco acima do planejado, segundo apurou a reportagem.

Além dos recursos em caixa, há geração de capital que poderia sustentar planos de expansão um pouco mais forte – as vendas líquidas da empresa de janeiro a março subiram 24%.

O volume de investimento da empresa gira normalmente em torno de R$ 150 milhões ao ano e não haveria impedimento para elevar a soma para algo na faixa de R$ 200 milhões, segundo estima uma fonte.
Procurada, a rede informa que não dará mais detalhes sobre a decisão de suspender estudos para a realização da oferta, como comunicado ontem ao mercado.

Além de uma oferta primária, estava sendo planejada uma operação secundária – sem entrada de capital em caixa, pois são os sócios que vendem as ações -, mas este não seria o objetivo central. Uma eventual colocação secundária de papéis poderia atingir uma parcela pequena, de 10% a 15% do total, apurou o Valor, e ocorrerá se a operação for bem-sucedida a ponto de a demanda ir além do volume oferecido.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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