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23/05/2017

Litígio no Brasil afeta negócios da BT

Por Nic Fildes | Financial Times

Luis Alvarez, que comandava a divisão Global Services, alvo dos problemas, deixou a companhia no início do mês
A BT se defronta com um total de 232 milhões de libras esterlinas [cerca de US$ 301,7 milhões ou R$ 991,1 milhões] em impostos a pagar no Brasil, o que pode se revelar mais um revés para sua divisão Global Services.

A empresa de telecomunicações informou nas notas de rodapé de suas demonstrações financeiras para o ano que está contestando 35 processos judiciais movidos por Estados brasileiros devido a impostos não pagos por sua divisão internacional no país.

A BT afirmou que vai contestar “vigorosamente” os impostos reivindicados, no valor de 232 milhões de libras esterlinas, incluindo juros e multas.

O litígio tem como pano de fundo dois escândalos de maiores proporções da Global Services na Itália e em Hong Kong, que desencadearam uma análise interna e a reestruturação da maior divisão da empresa.

Em janeiro, a BT revelou que uma investigação de sua subsidiária italiana tinha descoberto um escândalo contábil envolvendo notas fiscais falsas, financiamento por terceiros e empréstimos não declarados nos resultados financeiros.

Em março, o órgão antitruste de Hong Kong acusou a divisão da BT de ter se valido de práticas anticompetitivas para conquistar um contrato.

A empresa disse, no início deste mês, não ter encontrado nenhum problema adicional na Itália ou em outros mercados que investigou. Na semana passada, o escritório da BT em Milão foi alvo de uma batida policial destinada a reunir provas.

A BT deverá deixar uma série de mercados internacionais nos próximos dois anos, enquanto reestrutura a divisão pela segunda vez em dez anos. Luis Alvarez, diretor-presidente da Global Service há cinco anos, anunciou sua saída da BT neste mês. Ele foi substituído por Bas Burger, que atuava como diretor da divisão da BT na América do Norte, no Canadá e na América Latina.

As acusações contra a divisão brasileira da BT dizem respeito à interpretação de um imposto indireto referente ao fornecimento de serviços de telecomunicações. Os governos estaduais argumentam que a empresa deveria ter pago impostos sobre atividades como locação de equipamentos e serviços tecnológicos. A BT contesta. “Acreditamos ter argumentos sólidos e meritórios para nos defender desses processos”, divulgou a empresa.

A BT ingressou no mercado brasileiro em 2007, ao comprar a Comsat por cerca de 50 milhões de libras esterlinas como parte de uma febre de aquisições que envolveu 1 bilhão de libras esterlinas destinadas a expandir sua presença internacional.

A companhia fez uma análise da atuação em sete mercados internacionais após o escândalo italiano, e disse não ter descoberto quaisquer novos problemas. A BT não revelou se o Brasil fez parte dessa avaliação.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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