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15/05/2017

Juros reagem a sinais de atividade fraca

Por José de Castro e Lucinda Pinto | De São Paulo

O mercado financeiro começa a semana com as atenções voltadas para o IBC-Br de março, que pode fortalecer o movimento visto nos últimos dias de migração de apostas para nova aceleração do ritmo de queda da taxa Selic.

A divulgação do índice – considerado uma “proxy” do Produto Interno Bruto (PIB) – vem após dias de sensível baixa dos juros de mercado, trajetória que aparentemente não chamou atenção do Banco Central. O Haitong projeta queda de 1,2% do IBC-Br em março ante fevereiro, com ajuste sazonal.

No fim da tarde de sexta-feira, os juros futuros negociados na BM&F voltaram às mínimas recordes atingidas pela manhã, em meio à interpretação de que o presidente do BC, Ilan Goldfajn, não se preocupou em “segurar” apostas em um Copom mais agressivo. A repetição do tom das declarações de Ilan sinaliza que o BC não parece incomodado com especulações no mercado sobre nova surpresa na política monetária. “O BC escolheu não segurar um mercado que está indo para corte de 1,25 ponto”, diz um gestor.

O resultado desse entendimento pôde ser visto na curva de taxas de Depósito Interfinanceiro (DI). O posicionamento dos agentes já embute 62% de probabilidade de corte além de 1 ponto percentual da Selic no próximo dia 31. Na quinta-feira, essa chance era de 50%.

O Itaú Unibanco ainda vê corte de 1 ponto da Selic em maio, mas admite possibilidade de redução mais intensa “em caso de votação favorável à reforma da Previdência ainda este mês”. O J.P. Morgan avalia que a votação da reforma ainda em maio combinada com sinais de atividade econômica mais fraca poderá levar o BC a antecipar o ciclo de afrouxamento monetário, com queda de 1,25 ponto já no fim do mês. O banco de Wall Street diz que a atividade econômica no segundo trimestre parece “mais morna” que no primeiro.

Mas mesmo o debate em torno de corte de 1,25 ponto já começa a ceder algum espaço para discussões sobre uma ação ainda mais ousada do BC. Na semana passada, houve mais relatos nas mesas de operação sobre um declínio de até 1,5 ponto da Selic. A inclusão dessa possibilidade nos debates se deu na esteira da vitória do governo na Câmara dos Deputados, onde parlamentares rejeitaram, com ampla margem favorável ao Planalto, destaque apresentado pelo PT sobre vedações a Estados que aderirem ao regime de recuperação fiscal.

A retomada da queda dos juros de mercado garantiu aos detentores de títulos prefixados a melhor semana em três meses e meio. Com base em dados intradiários da sexta-feira, o índice IRF-M subiu 0,67% no período, maior alta desde a semana finda em 27 de janeiro (1,75%). O IRF-M é um índice da Anbima que representa a evolução, a preços de mercado, de uma carteira com Letras do Tesouro Nacional (LTN) e Notas do Tesouro Nacional-Série F (NTN-F).

O mercado de câmbio também registrou ganho expressivo. O real subiu 1,67% na semana passada, maior alta para o período desde dezembro. A cotação do dólar caiu a R$ 3,1228. O fortalecimento do real turbinou o chamado carrego positivo da renda fixa brasileira em moeda estrangeira. A NTN-F com vencimento em 2027 já retorna 2,54% em maio, melhor desempenho para um papel de dez anos entre 12 mercados emergentes.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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