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20/06/2017

Juro futuro recua a mínima desde início da crise política

Por José de Castro e Lucas Hirata | De São Paulo

O mercado financeiro começou a semana ampliando fichas na possibilidade de o Banco Central manter o ritmo de queda dos juros e também de deixar a Selic em patamares baixos ao longo do ano que vem. As taxas de juros negociadas na B3 romperam importantes suportes psicológicos, em meio à crescente avaliação de que dados de inflação e atividade respaldam a continuidade do corte da taxa básica da economia, sem ameaças às expectativas para os preços.

A taxa de Depósito Interfinanceiro (DI) com vencimento em janeiro de 2019 – que reflete apostas para a política monetária até o fim de 2018 – caiu ontem para 8,98%, 11 pontos-base abaixo do ajuste anterior. É o menor nível desde 17 de maio, um dia antes do estouro da crise política que levantou dúvidas sobre a capacidade de o BC seguir adiante com o ciclo de distensão monetária.

O DI para janeiro de 2021 – mais associado à percepção de risco estrutural para a economia – cedeu a 9,99%, abandonando os níveis acima de 10% nos quais oscilava há um mês.

Já o DI para janeiro de 2018 recuou a 9,02%, de 9,105% no ajuste anterior. O movimento levou a curva de juros a embutir uma Selic de 8,5% ao ano até dezembro. Com isso, operadores consolidam a migração de apostas, agora alinhadas às de economistas consultados pelo BC para a pesquisa Focus.

Há no mercado o sentimento de que o governo conseguirá, ainda que mais tardiamente, aprovar a reforma da Previdência. Isso é visto como um caminho aberto para a Selic continuar em queda, especialmente com a economia ainda em ritmo lento e a inflação surpreendendo para baixo.

A inclinação entre os DIs para janeiro de 2021 e janeiro de 2018 caiu a 0,96 ponto percentual, mínima desde 17 de maio, um dia antes do estouro da crise. Já a diferença entre as taxas para janeiro de 2019 e janeiro de 2018 recuou a -0,05 ponto. O “spread” abaixo de zero indica que investidores enxergam cada vez menos risco de o BC precisar apertar a política monetária ao longo do próximo ano.

“O que se vê é um mercado que volta a operar mais o estrutural, e isso pode ser visto pelo movimento dos juros longos, que continuam em queda expressiva”, diz Luis Laudísio, operador de renda fixa da Renascença.

A fala do presidente do BC, Ilan Goldfajn, em evento ontem em São Paulo, mais uma vez deu sinal verde para a queda dos juros de mercado. As declarações não trouxeram grandes novidades, mas a repetição de determinados elementos mantém no mercado a convicção de que o caminho da Selic segue descendente. Além disso, sustenta o debate sobre as chances de o BC repetir um corte de 1 ponto percentual do juro básico no Copom de julho.

Os cenários para a política monetária e preços tendem a ficar mais claros no Relatório Trimestral de Inflação (RTI) a ser divulgado na quinta-feira, um dia antes de o IBGE reportar o IPCA-15 de junho. O UBS projeta que a taxa em 12 meses desacelere a 3,4%, com leitura mensal de 0,07%, bem abaixo da de maio (0,24%).

No câmbio, o dólar chegou a oscilar entre altas e baixas, mas no fechamento a moeda ficou estável, valendo R$ 3,2887. As taxas do mercado futuro, porém, mostraram um mercado mais vendedor. O dólar com vencimento em julho caiu 0,38%, para R$ 3,2925.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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