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25/05/2017

J&F oferece R$ 4 bi em leniência e aguarda para vender ativos

Por Vanessa Adachi e Maíra Magro | De São Paulo e Brasília

A holding J&F, da família Batista, está focada no fechamento do acordo de leniência com o Ministério Público Federal e avalia que essa é uma pré-condição para que possa deslanchar um processo de venda de ativos, de acordo com uma fonte familiarizada com o assunto.

Ontem, o empresário Wesley Batista foi a Brasília negociar pessoalmente o acordo com os procuradores. Até então, as conversas vinham sendo conduzidas por advogados do grupo. No fim da tarde, a J&F ofereceu pagar R$ 4 bilhões de multa, proposta que foi rejeitada pelo MPF-DF, que vem exigindo R$ 11,169 bilhões em valor presente, a serem desembolsados em dez anos. Ainda não se sabe sobre quais empresas recairá o pagamento, mas nas conversas os representantes da J&F expressaram preocupação de que a multa não recaia sobre acionistas minoritários e fique a cargo dos controladores – ou seja, na holding J&F.

Nenhum novo mandato de venda de ativos foi dado a bancos desde que veio a público o acordo de delação premiada dos irmãos Batista e de executivos do grupo. No entanto, a venda da Vigor, empresa de laticínios controlada pela J&F, que já estava em andamento, foi mantida e é conduzida por Santander e Bradesco. Avalia-se que a empresa possa render até R$ 6 bilhões ao grupo.

Embora tenham desistido de tentar levar a Alpargatas ao Novo Mercado – decisão anunciada anteontem -, os Batista ainda não iniciaram o processo de venda da fabricante das Havaianas, segundo apurou o Valor, e o mandato da operação ainda não foi dado a nenhuma instituição. Segundo uma fonte, potenciais compradores de todos os ativos querem ter a segurança de que o acordo de leniência a ser assinado com o MP isenta novos controladores de qualquer risco.

Além de manter a venda da Vigor, o grupo decidiu apenas cancelar todas as operações relacionadas ao mercado de capitais – a migração da Alpargatas para o Novo Mercado da B3 e a abertura de capital das operações internacionais da JBS nos EUA.

Antes, os controladores pretendiam capturar um prêmio de controle na Alpargatas por meio da relação de troca de ações proposta na migração da empresa para o Novo Mercado (1,3 ação PN para cada 1 ação ON). Agora esse prêmio será capturado pela família na venda privada. “O controle sairá mais barato para quem quiser assumir a empresa, porque só será necessário pagar prêmio aos acionistas ordinaristas”, ponderou a fonte. Ontem, as ações preferenciais da Alpargatas subiram 5,16%, para R$ 11,62, e seu valor de mercado foi a R$ 5,7 bilhões.

Já os papéis ON da JBS subiram 2,29% e fecharam a R$ 6,70.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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