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04/08/2017

JBS amplia fábrica de lata para alimento

Por Luiz Henrique Mendes | De São Paulo

Quando comprou o frigorífico Bertin, há oito anos, a JBS herdou uma fábrica de latas de aço ociosa. No complexo de Lins, no interior de São Paulo, as embalagens metálicas se destinavam somente às carnes pré-cozidas exportadas para os Estados Unidos. Sob a JBS, a produção de latas para terceiros começou a ganhar dimensão e investimentos, o que deve torná-la, em 2018, a principal produtora de latas para alimentos do Brasil.

Em entrevista ao Valor, o diretor da área de embalagens metálicas da JBS, Marcelo Jorcovix, disse que a empresa está investindo R$ 28 milhões neste ano para elevar a capacidade de produção da fábrica de latas. Desse total, R$ 15 milhões foram investidos na área de latas para alimentos, que desde o fim de 2015 estava no limite de sua capacidade de produção.

Com isso, a companhia estima que fará 1 bilhão de latas no próximo ano, alta de 42% na comparação com as 700 milhões de 2017. Segundo a presidente da Associação Brasileira de Embalagem de Aço (Abeaço), Thais Fagury, a JBS se tornará a maior empresa de latas para alimentos. De acordo com ela, esse é um mercado que produz de 3 bilhões a 4 bilhões de latas por ano, demandando cerca de 250 mil toneladas de aço.

A associação não possui estimativas financeiras segregadas para o setor de latas para alimentos, mas somente para todo o mercado de embalagens metálicas – que também inclui latas de tintas. Segundo Fagury, é um segmento que movimenta mais de R$ 4 bilhões anuais.

Para aumentar a produção, a JBS adquiriu três novas linhas de produção, uma delas para a produção de latas para carnes pré-cozidas. As outras duas linhas são voltadas a produção de latas para conservar como sardinha e atum e para vegetais e atomatados. As latas para as carnes pré-cozidas serão exportadas, enquanto as demais serão comercializadas também no Brasil.

No cronograma de investimentos da área de latas, que foi mantido mesmo após a delação premiada dos controladores da JBS, também estão incluídos R$ 13 milhões usados para importar da Itália e da Alemanha o maquinário que produz tampa e fundo das latas de aerosol. A previsão de Jorcovix é que essas máquinas cheguem na fábrica da companhia até o fim do ano.

Destinadas para os mercados de higiene e limpeza, cosméticos e inseticidas, as latas de aerosol são feitas pela JBS desde 2016, quando a companhia investiu R$ 20 milhões para adquirir a linha de produção. Mas até hoje as tampas e o fundo das latas de aerosol eram importadas. A partir de 2018, com a chegada do maquinário, a JBS será “autossuficiente” na produção dessas latas de aerosol, afirmou Jorcovix.

O executivo não forneceu detalhes, mas indicou que a JBS poderá fazer novos investimentos na área de embalagens metálicas em 2018. De acordo com ele, a linha de produção de latas para aerosol já está próxima de atingir a plena capacidade de 70 milhões de latas ao ano. “Até o fim do ano a linha vai estar ocupada e vamos pensar em novos investimentos”, adiantou Jorcovix.

A partir do próximo ano, as vendas de latas para terceiros vão superar a demanda da JBS, que hoje absorve 50% de toda a produção de latas para alimento. Pelas projeções de Jorcovix, a JBS venderá 60% da produção em 2018. No caso das latas de aerosol, metade da produção é vendida à Flora, empresa de higiene e limpeza da J&F, a holding dos Batista que controla a JBS.

A JBS não divulga o faturamento da área embalagens metálicas, que faz parte de divisão de novos negócios. Nessa divisão, também fazem parte os negócios em biodiesel, envoltórios usados em embutidos, colágeno bovino, sabão, entre outros. Ainda que os números não sejam conhecidos, é certo que a divisão representa uma fatia ínfima das vendas totais da JBS, que em 2016 superaram R$ 170 bilhões.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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