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25/08/2017

IPO DO CARREFOUR ATINGIU R$ 4,9 BI

Por Adriana Mattos | De São Paulo

Em comunicado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), o Carrefour Brasil informou na noite de quarta-feira que a oferta pública inicial atingiu 297,14 milhões de ações ordinárias, e mais 34,36 milhões de ações suplementares, ao preço de R$ 15 por ação, resultando num montante de R$ 4,972 bilhões.

Os investidores estrangeiros ficaram com quase 65% do total, equivalente a 215,159 milhões de papéis. Na sequência, foram destaque os fundos de investimento, com 102,511 milhões de ações, ou 30,9%, e pessoas físicas, com 14,383 milhões, ou 4,3%. Outras instituições financeiras adquiriram 3,021 milhões de ações (0,91%) e entidades de previdência privada, 2,299 milhões (0,7%).

No total, foram subscritas (e ou adquiridas) 331,513 milhões de ações, incluindo nesse volume os papéis concedidos ao agente estabilizador (J.P.Morgan), que atua para evitar maiores variações no preço após o IPO. O total de 34,3 milhões de ações emprestadas ao agente foram inicialmente alocadas e não recompradas.

Segundo o anúncio do grupo, o J.P.Morgan fez a recompra em bolsa de 10,2 milhões de ações, o que ajuda a elevar o preço do papel.

Desde o início das negociações do papel na B3, a ON subiu 2,6% – refletindo, em grande parte, a alta de ontem (a bolsa teve um dia positivo), quando o papel atingiu cotação R$ 15,39 – estava R$ 14,90 anteontem, para um IPO lançado no piso, em R$ 15.

Quando se desfez de parte de suas ações do Carrefour Brasil na oferta pública, a Península Participações, empresa de investimentos de Abilio Diniz, exerceu uma opção de compra das ações da empresa, acertada em 2014, e pagou por esses papéis R$ 13,70, segundo as notas explicativas do balanço do segundo trimestre de 2017.

O valor (R$ 13,70) está abaixo do piso da oferta, em R$ 15, e acima dos R$ 9,92 pagos três anos atrás, quando a Península tornou-se sócia da varejista e adquiriu 10% da operação – essa posição foi a 12% em 2015.

Na oferta do Carrefour em julho, a Península vendeu 56,8 milhões de ações a R$ 15 – equivalente a quase 3,2% dos 12% na empresa – embolsando R$ 852 milhões. Com isso reduziu sua posição para 8,8%.

Por esses 56,8 milhões de papéis, foram pagos em 2014 cerca de R$ 563 milhões. Portanto, o ganho foi de 51%, para uma variação no CDI acumulada de 35% (e inflação no período de 20%).

Após conclusão da oferta, com o exercício da opção de compra de 71 milhões de papéis, a posição subiu para 11,47%. Essas ações foram compradas a R$ 13,70 (com ajuste pela inflação do preço pago em 2014), portanto equivalente a quase R$ 973 milhões. O montante foi direcionado para o caixa do grupo controlador na França.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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