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12/06/2017

Instituições financeiras revisam para baixo projeções para inflação em 2017

Por Estevão Taiar e Robson Sales | De São Paulo e do Rio

A atividade econômica ainda abaixo do esperado e a supersafra agrícola do primeiro trimestre, que segue diminuindo o preço de alimentos no varejo, têm levado instituições financeiras e consultorias a revisar para baixo as projeções para a taxa de inflação deste ano.

O Bradesco, por exemplo, estima que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) terminará o ano em 3,4%, contra 3,7% calculados anteriormente pelo banco. “A evolução moderada da atividade econômica continua se traduzindo em um processo desinflacionário disseminado e persistente”, afirma relatório do banco divulgado na sexta-feira, quando foram alteradas as projeções.

O IPCA de maio, divulgado na sexta-feira, ficou em 0,31%. Foi o menor número para o mês desde 2007, quando o IPCA subiu 0,28%. Além disso, o indicador veio abaixo da estimativa média de 0,46% feita por 24 instituições financeiras e consultorias ouvidas pelo Valor Data. O resultado observado foi menor do que a mais baixa das estimativas, de 0,32%, feita pela consultoria Pezco.

Parte do resultado positivo pode ser explicada pelo grupo alimentação e bebidas, que registrou deflação de 0,35%. A MCM Consultores, por exemplo, estimava alta de 0,09%.

Para o BNP Paribas, “condições climáticas muito mais favoráveis, combinadas à produtividade mais alta, estão causando um choque de oferta deflacionário na maior parte dos itens” desse grupo. O banco afirma que “monitores diários de preços dos produtores estão todos sinalizando um provável segundo mergulho nos preços dos alimentos”. Assim, o BNP Paribas revisou sua projeção para a taxa oficial de inflação deste ano de 4% para 3,5%.
A Rosenberg Associados foi outra a refazer seus cálculos, estimando que o indicador deve terminar 2017 em 3,5% e não 3,9%, como previsto anteriormente. “A surpresa benigna na inflação de maio foi disseminada”, diz a consultoria em relatório.

A Rosenberg Associados destaca positivamente a média dos núcleos de inflação, que exclui os itens com preços mais voláteis. Entre abril e maio passou de 4,9% para 4,4% no acumulado de 12 meses, abaixo da meta do Banco Central. Além disso, o índice de difusão, que mede quantos itens apresentaram alta nos preços, ficou em 51,7%, contra 60,6% em abril e 63% em maio do ano passado.

Já a Parallaxis também revisará suas estimativas, ainda que de maneira mais modesta. Segundo Rafael Leão, economista-chefe da consultoria, a tendência é que o número seja revisto de 3,9% para algo em torno de 3,8%.
Por outro lado, algumas instituições revisaram inclusive seus cálculos para 2018. O Bradesco espera que o IPCA fique em 4% no ano que vem, contra estimativa anterior de 4,1%. Já a Rosenberg defende que “sem choques sobre o câmbio” o indicador no ano que vem deve subir 4%, em vez de 4,3%

Mesmo com o cenário positivo para a inflação, bancos e consultorias mantêm cautela ao comentar a possibilidade de o Banco Central cortar a taxa básica de juros em um ponto percentual na próxima reunião. Leão, da Parallaxis, afirma que é mais provável um corte de 0,75 ponto percentual,, embora a possibilidade de um recuo maior “siga na mesa”.

A Rosenberg afirma apenas que a queda de 5,1% para 4,6% do núcleo da inflação de serviços no acumulado de 12 meses é “relevante para a política monetária”. Já a equipe econômica do BNP Paribas afirma que “a queda da inflação reforça nossa forte confiança em uma queda maior das taxas de juros do que as pessoas imaginam”.
O banco espera que a taxa Selic fique em 8% no fim deste ano e em 7% no ano que vem. O Bradesco também manteve sua projeção de 8% para a taxa básica de juros em 2017.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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