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11/08/2017

Hortifrútis devem seguir sob pressão

Por Cleyton Vilarino | De São Paulo

As condições climáticas mais próximas do padrão e um consumo menos intenso devido à perda de poder de compra dos brasileiros devem colaborar para manter os preços das hortaliças em patamares abaixo do registrado no ano passado. “A tendência, até dezembro, é de boa qualidade e preço bom ao consumidor”, afirma Flavio Godas, economista da Ceagesp.

Entre os produtos de maior destaque no cálculo do índice de inflação oficial, o IPCA, o preço médio no último semestre caiu quase 60% no caso da batata e da cebola quando em comparação a igual período do ano passado.

Nos dois casos, houve aumento na área plantada este ano após os preços elevados de 2016, o que ampliou a oferta nacional. João Paulo, pesquisador do Cepea, diz que a batata vinha há dois anos com “preços muito bons”, e o clima ajudou muito a produção no último verão. Segundo ele, o clima continua favorecendo a cultura, e a demanda este ano está um pouco mais retraída, o que pressiona ainda mais os preços.

Com isso, para os próximos meses, o economista da Ceagesp estima que as cotações das hortaliças em geral devem ter queda média de 14%, com maior pressão sobre as cotações dos legumes. “Como no ano passado esse setor teve alta expressiva, a tendência é de que mais produtores migrem para essas culturas, elevando a oferta”, diz.

Os preços da cebola também despencaram no semestre passado, e a maior competitividade da safra nacional reduziu as importações do produto. Segundo a Secretaria de Comércio Exterior, foram importadas 51,9 mil toneladas de cebola no primeiro semestre, queda de 69,7% ante igual período do ano passado.

“Havia um excesso de oferta no Sul do Brasil, que vinha de um aumento de área de safras passadas associado às boas condições climáticas”, diz Marina Marangoni, pesquisadora do Cepea. Ela afirma que os preços mais baixos do início deste ano já levaram à redução de área na safra 2017/18, o que pode elevar as cotações nos próximos meses.

A oferta nacional no segundo semestre se concentra nos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Goiás e no Vale do São Francisco. Em junho, os Estados do Sul registraram uma oferta de apenas 4,9 mil toneladas, contra 35 mil toneladas no início do ano.

O preço da cebola nos próximos meses vai depender também das importações. “Quando o mercado interno começa a ficar mais caro, há importador que compra da Europa a preços mais baixos”, afirma Marangoni, lembrando que, no ano passado, os europeus colheram uma supersafra.

As cotações da cenoura também tiveram forte queda no primeiro semestre em decorrência do forte aumento da área plantada “Contudo, um cenário de preços melhor ou pior no segundo semestre vai depender muito do clima”, diz João Paulo, do Cepea.

No caso do tomate, o pesquisador destaca que houve queda na área plantada para da safra de verão 2017/18 devido à descapitalização do setor causada pela recente queda dos preços entre novembro do ano passado e abril último. “Os preços já subiram no início do segundo semestre e devem se manter no patamar atual ou até registrar uma alta maior”, estima.

O clima deve continuar favorável à produção dessas culturas. Alexandre Nascimento, da Climatempo, diz que os próximos meses devem ser favoráveis à produção de hortaliças no Brasil, com chuvas chegando na hora certa e sem previsão de longos períodos secos.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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