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06/09/2017

Empresário mineiro assume controle do Máxima

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Por Vinícius Pinheiro | De São Paulo

Com novos recursos, Máxima terá folga de capital para operar, afirma Vorcaro

O empresário mineiro Daniel Vorcaro, investidor que adquiriu uma participação minoritária no Banco Máxima no fim do ano passado, vai assumir o controle da instituição. Ele se comprometeu a injetar mais R$ 75 milhões em dinheiro novo no banco, que desde o ano passado opera com capital abaixo do mínimo regulatório. O plano inclui ainda a captação de mais R$ 50 milhões de investidores via dívida subordinada.

A entrada de Vorcaro, empresário ligado ao ramo imobiliário, no capital do Máxima foi homologada no mês passado pelo Banco Central. Ele concordou em investir inicialmente R$ 25 milhões por uma participação de 35% na instituição. O plano original, que previa a injeção de mais dinheiro e a entrada de um novo time de executivos em uma segunda fase, foi antecipado a pedido do BC, segundo o executivo.

Dos recursos previstos para o capital do Máxima, R$ 50 milhões virão do novo sócio e os outros R$ 25 milhões de uma linha do Fundo Garantidor de Créditos (FGC). O empréstimo seria originalmente concedido aos sócios atuais, com aval de Vorcaro, mas agora irão para o investidor – que pedirá aval do BC para ocupar a diretoria do Máxima e se tornar, oficialmente, banqueiro.

O processo prevê ainda a captação de R$ 50 milhões em letras financeiras subordinadas pelo banco. Os recursos virão de investidores que se comprometeram a adquirir os títulos de dívida assim que o novo plano de negócios for aprovado pelo BC.

O Máxima precisa recompor seu capital para continuar operando. A instituição encerrou o primeiro semestre com um índice de Basileia – que mede a capacidade de um banco emprestar em relação a seu capital – de apenas 0,61%. Considerando o aporte de R$ 25 milhões de Vorcaro, já aprovado pelo BC, o indicador sobe para 3,16%, ainda assim muito abaixo do mínimo regulatório de 9,25% definido para este ano.

Após a nova rodada de capitalização planejada, a expectativa é que o banco chegue a um índice de Basileia de 15,8% no fim deste ano, segundo Vorcaro. “Os recursos darão folga para o banco operar”, afirma. A estimativa para o capital já considera os ajustes que o banco terá de fazer no balanço por exigência do BC.

O atual controlador do Máxima, Saul Sabbá, deixará o banco após a conclusão da operação. Alberto Caló, acionista minoritário do banco, permanece com 7% do capital. “A transição está sendo feita de forma harmoniosa com os acionistas”, diz Vorcaro.

O empresário passará a deter 93% do Máxima após a primeira fase da reestruturação. Mas uma nova mudança acionária está prevista a partir da entrada da nova diretoria. “A ideia é transformar o banco em uma típica ‘partnership’ [associação entre os principais executivos]”, afirma.

Entre os profissionais que ocuparão a diretoria e também terão participação no capital do Máxima estão Luiz Bull, que fez carreira no Banco Safra como diretor operacional e ocupará a mesma função na instituição. A área de tesouraria ficará a cargo de Yan Tironi, ex- Citibank e Banco Fibra. A diretoria de crédito será ocupada por Giuseppe Paternostro, que estava no Banco Original.

Outros executivos já foram confirmados, mas ainda estão em processo de desligamento das antigas casas. Claudia Martinez, atual diretora comercial, e Angelo Silva (controladoria) permanecem na nova gestão do banco.

A área de crédito imobiliário, mais precisamente o financiamento com garantia do imóvel (“home equity”), permanecerá como a principal linha de negócios do Máxima, segundo Vorcaro. Com a nova equipe, o Máxima vai ampliar a atuação para áreas como serviços de câmbio e gestão e administração de fundos. Ele não deu detalhes sobre o projeto porque o novo plano de negócios ainda não foi apresentado formalmente ao BC.

O Máxima registrou lucro líquido de R$ 8,6 milhões no primeiro semestre, alta de 178% em relação ao mesmo período do ano passado. A melhora veio com uma receita maior em operações com títulos e valores mobiliários e redução nas despesas operacionais. O banco encerrou junho com R$ 1,4 bilhão em ativos e uma carteira de crédito de R$ 585 milhões, alta de 9% em 12 meses.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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