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22/05/2017

Dona da Cartier compra participação na Dufry

Por Bloomberg

O bilionário Johann Rupert, controlador da Richemont, dona da grife Cartier, vislumbra um futuro em que os seres humanos serão desbancados por robôs nos locais de trabalho e terão todo o tempo do mundo para viajar.
Ele está apostando o dinheiro da companhia nesse cenário. A fabricante suíça de artigos de luxo, que tem entre suas marcas a Montblanc, divulgou na sexta-feira ter adquirido uma participação de 5% na Dufry, a maior rede global de lojas de importados livres de impostos em aeroportos.

A aquisição ocorre uma semana após Rupert ter previsto que a inteligência artificial e os robôs representarão uma revolução econômica e social nas próximas duas décadas. Rupert, de 66 anos, se inspirou nas teorias do estudo “Second Machine Age” (“Segunda Era das Máquinas”), dos professores Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee, do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT, nas iniciais em inglês).

Embora uma parcela da população possa se tornar inempregável, a absorção do trabalho por máquinas e computadores vai alimentar a demanda por lazer entre os que tiverem condições financeiras para isso, de acordo com o magnata do setor de luxo.

“A humanidade terá mais tempo livre”, disse Rupert em teleconferência com a imprensa na semana passada, quando a Richemont divulgou os resultados financeiros trimestrais. “O que vamos fazer daqui a 15 a 20 anos? [As pessoas] vão jogar jogos de realidade virtual, vão ficar nos Xbox? Suspeito que as viagens vão aumentar.”

Rupert previu que uma onda de turistas chineses vai animar as perspectivas econômicas da França, da Itália e do restante da Europa. A Dufry informou no começo do mês que suas perspectivas de crescimento na Ásia foram ampliadas depois que o conglomerado de viagens chinês HNA Group adquiriu uma participação de 21% na Dufry. Uma cota de 5% no capital da operadora de lojas “duty-free” vale cerca de 460 milhões de francos suíços (US$ 470 milhões).

A aquisição pela Richemont faz sentido, uma vez que a fabricante de artigos de luxo precisa de mais canais para vender relógios de pulso, num momento em que muitas varejistas com problemas detêm estoques excessivamente grandes, escreveu em nota o analista Luca Solca, da Exane BNP Paribas.

A empresa suíça segue os passos da LVMH, proprietária da grife Louis Vuitton, que controla a rede “duty-free” DFS. Da mesma maneira pela qual a Revolução Industrial criou o conceito de lazer e levou ao nascimento dos esportes modernos, os avanços tecnológicos que se aproximam deverão incentivar a demanda por experiências culturais, segundo o presidente do conselho de administração da Richemont.

Ele acrescentou que defende a ideia de os governos concederem renda básica universal para ajudar as pessoas que não tiverem tido tempo suficiente para se adaptar à nova situação. “As pessoas vão voltar a viajar?”, perguntou Rupert. “A resposta é sim, principalmente na Segunda Era da Máquina. Teremos enormes mudanças sociais.”

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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