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30/05/2017

Dólar fica ‘preso’ em novo intervalo

Por José de Castro e Lucas Hirata | De São Paulo

O mercado de câmbio voltou a dar sinais de que está à espera de um catalisador para direcionar os negócios. O dólar orbitou na segunda-feira em níveis semelhantes aos verificados no começo da semana passada, mantendo-se “preso” no intervalo entre R$ 3,25 e R$ 3,30.

Um claro sinal da paradeira veio dos negócios com contratos de dólar na B3. Os 130.670 ativos transacionados ontem representaram o menor giro desde 20 de fevereiro – também uma segunda-feira e que antecedeu o feriado de Carnaval.
As poucas variações dos últimos pregões derrubaram a volatilidade histórica de curto prazo. A volatilidade de cinco dias caiu ontem a 5,59% ao ano, abaixo da taxa de 7,23% da sexta-feira e muito distante dos 69,60% de 19 de maio, um dia depois de o dólar ter registrado a maior alta em 18 anos, de mais de 8%.

O feriado que fechou os mercados americanos, britânico e chinês teve impacto direto na disposição do investidor em operar. Mas a indefinição política tampouco ajuda. O dólar tem operado entre R$ 3,25 e R$ 3,30 desde o começo da semana passada, após superar o patamar de R$ 3,40 no dia 18.

Além das atuações do Banco Central, a percepção de que a agenda econômica não foi totalmente paralisada também colabora para o novo ponto de equilíbrio do câmbio abaixo dos picos recentes. Surpresas com o andamento das medidas fiscais ajudariam a devolver a moeda para mais perto de R$ 3,20 ou R$ 3,15. O patamar em torno de R$ 3,10 ou abaixo dele, porém, deve ainda demorar a ser rompido, já que o cenário-base de boa parte do mercado já não contempla votação da reforma da Previdência na Câmara dos Deputados no mês de junho.

Também com volume de negócios abaixo da média recente, o mercado de juros futuros da B3 voltou a experimentar queda importante das taxas, o que ampliou a correção do mercado que ganhou força na semana passada.
Ajudou no movimento informação publicada no Valor PRO, serviço em tempo real do Valor, de que governistas mantiveram para hoje a votação da reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. A decisão envia mensagem de que a agenda do Congresso prossegue, mantendo à mesa chances de aprovação de medidas de reequilíbrio fiscal e econômico.

Isso permitiu uma redução dos juros “extras” exigidos pelo mercado para aplicações em prazos mais longos. Considerando taxas de fechamento, a inclinação entre os DIs janeiro de 2021 e janeiro de 2018 caiu 8 pontos-base, para 1,07 ponto percentual. É o menor nível desde 17 de maio, véspera da forte repercussão do mercado às denúncias contra o presidente Temer.

Segundo analistas, a descompressão de prêmios de risco na curva também está relacionada às revisões para a trajetória da Selic. Com a expectativa de queda mais lenta dos juros, o mercado vê menos motivos para se preocupar com o rumo da inflação no longo prazo. O alívio nas taxas implícitas de inflação nesta segunda reforçou esse raciocínio. A taxa implícita para 2026 recuou de 5,17% na sexta para 5,13% ontem.

E nesta terça o IGP-M de maio deve corroborar a avaliação de que o cenário inflacionário continua benigno. Analistas consultados pelo Valor Data projetam deflação de 0,82% para o índice. Em maio de 2016, o índice também variou 0,82%, mas para cima.

A lista de bancos que alteraram sua expectativa para o Copom de amanhã ganhou um novo integrante ontem. O BTG Pactual passou a prever corte de 1 ponto percentual, ante redução de 1,25 ponto do cenário anterior. O BTG cita que um declínio de 1 ponto permite que o BC envie mensagem de precaução sem apertar as condições monetárias. Na semana passada, o Bradesco, primeira grande instituição a prever intensificação da queda dos juros, voltou atrás e também passou a esperar redução de 1 ponto no Copom desta semana. Na última sexta-feira, o Itaú também voltou a apostar em corte de 1 ponto, frente à expectativa anterior de 1,25 ponto.

No ajuste, o DI julho de 2017 caiu a 10,29% ao ano, contra 10,335% no fim da semana passada.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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