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24/08/2017

COM OFERTA, VULCABRAS BUSCA QUITAR DÍVIDA COM CONTROLADOR E INVESTIR

Por Carolina Mandl | De São Paulo

Dona das marcas Azaleia e Olympikus, a fabricante de calçados Vulcabras pretende usar parte dos recursos levantados com uma oferta de ações para pagar dívidas com seus acionistas e controladores, além de investir na modernização e ampliação da fábrica e no desenvolvimento de produtos, de acordo com informações da minuta do prospecto da transação. Por enquanto não existe definição de qual percentual dos recursos captados será usado para cada finalidade.

A família Bartelle, fundadora da Vulcabras e também da Grendene, tem contratos de mútuo em conta corrente com limite de crédito de até R$ 450 milhões que foram firmados entre 2012 e 2013 com a companhia, sem juros e sem prazo de vencimento. Em junho de 2016, esses mútuos somavam R$ 250 milhões, de acordo com as demonstrações financeiras da empresa.

Essas linhas de crédito foram firmadas com Pedro Grendene Bartelle, fundador da companhia; Pedro Bartelle, seu filho e presidente da Vulcabras; Maria Cristina Nunes de Camargo, ex-mulher de Pedro Bartelle; e Giovana Bartelle, irmã de Pedro Bartelle, quando a fabricante de calçados enfrentou uma grave crise. Foi um caminho que os acionistas encontraram de se financiar com um custo baixo.

A companhia informa no prospecto que pretende reduzir seu índice de endividamento e aumentar seu patrimônio líquido a partir da oferta de ações.

No ano passado, a partir de uma ampla reestruturação, a Vulcabras voltou ao azul após cinco anos consecutivos de prejuízo. O processo de reformulação dos negócios, que contou com o auxílio da consultoria Galeazzi & Associados, envolveu o fechamento de 20 das 26 fábricas e de 30 mil vagas de trabalho.

No primeiro semestre deste ano, a Vulcabras teve um lucro líquido de R$ 77,6 milhões, um salto em relação aos R$ 2,3 milhões de igual período de 2016. A receita líquida no primeiro semestre ficou em R$ 604,5 milhões, valor 16,5% maior na mesma base de comparação.

Hoje, o carro-chefe da Vulcabras, que vendeu 23 milhões de pares de sapato em 2016, é a marca de tênis Olympikus, responsável por 82% do faturamento líquido da empresa no primeiro semestre deste ano. No entanto, a companhia quer fortalecer a Azaleia, a partir de um reposicionamento da marca e da expansão do portfólio de produtos.

Já listada na bolsa de valores, a Vulcabras contará com uma liquidez maior de seus papéis depois da oferta de ações. Hoje, os papéis em circulação no mercado representam 12,59% do total.

Procurada pela reportagem, a companhia não comentou a oferta de ações. A operação é coordenada pelos bancos Credit Suisse e Bradesco BBI.

Além de Vulcabras, outras companhias já deram a largada para lançar suas ações na bolsa de valores. A empresa de energia Eneva, a Tivit, de tecnologia, a fabricante e distribuidora de alimentos Camil também fazem parte do rol de empresas que já divulgaram seus prospectos na Comissão de Valores Mobiliários.

Além disso, a BR Distribuidora, empresa de combustíveis controlada pela Petrobras, e a geradora e distribuidora Neoenergia também já manifestaram seus planos de realizar uma oferta de ações ainda neste ano. Até agora, as ofertas de ações – iniciais e subsequentes – movimentaram R$ 24,1 bilhões neste ano.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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