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10/08/2017

Com logística nova, lucro da Riachuelo sobe 126,9%

Por Cibelle Bouças | De São Paulo

Rocha, da Riachuelo: “Há pouca sobra de coleção e bem menos remarcações”

A Guararapes Confecções, dona da varejista de moda Riachuelo, encerrou o segundo trimestre com um lucro líquido de R$ 82,3 milhões, o que representou um crescimento de 126,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Esse desempenho foi explicado por uma melhora nas vendas da Riachuelo e ganhos de produtividade com a adoção de uma nova logística de distribuição.

Em entrevista ao Valor, Flávio Rocha, presidente da companhia, também considerou como fator de estímulo às vendas uma melhora “nítida” no ambiente macroeconômico do país.

“Os sinais de retomada estão muito nítidos. É o quarto mês consecutivo de queda no nível de desemprego. A queda na inflação tem uma conexão imediata com a renda disponível para consumo. E a queda na taxa básica de juros [Selic] também começa a baratear o financiamento de compras a prazo”, afirmou Rocha. O executivo, que também é membro do Instituto para o Desenvolvimento do Varejo (IDV), disse que a entidade espera para os próximos quatro meses crescimento real nas vendas do varejo de 5% a 6%.

Em relação à Riachuelo, Rocha afirmou que espera uma “continuidade na tendência ascendente” dos resultados até o fim do ano.

No segundo trimestre, a Guararapes registrou um crescimento de 10% na receita líquida, totalizando R$ 1,608 bilhão. A receita líquida de mercadorias da Riachuelo aumentou 13,4%, para R$ 1,196 bilhão. No critério “mesmas lojas” (unidades abertas há mais de 12 meses), as vendas avançaram 8,7%.

Rocha associou a melhora ao novo modelo logístico, que faz a entrega de produtos diariamente nas lojas, com separação peça por peça. Esse modelo permitiu à varejista triplicar as linhas de produtos disponíveis nas lojas. “Foi uma estratégia de implementação penosa, mas agora chegou o momento da colheita”, afirmou o executivo.

Atualmente, 100% dos produtos da Riachuelo são distribuidos nesse modelo. “A melhora na oferta de itens nas lojas está se traduzindo em aumento de vendas e melhores margens. Há bem menos remarcação de preços porque tem pouca sobra de coleção”, disse Rocha.

Por conta desse novo modelo, com vitrines mais sortidas, a Riachuelo vai destinar a maior parte dos investimentos deste ano em reformas de lojas, disse Rocha. No segundo trimestre, os investimentos somaram R$ 73,3 milhões, ante R$ 93,6 milhões no segundo trimestre de 2016. Desse total, R$ 12,5 milhões para reformas de lojas. No período, a Riachuelo abriu três lojas, chegando a 292, e reformou cinco unidades.

A companhia também inaugurou, em junho, seu comércio eletrônico. “Estamos muito animados porque o site já nasce com o conhecimento dos históricos de compras dos 30 milhões de cartões Riachuelo. São informações preciosas que vão permitir atingir futuros clientes de forma muito assertiva”, afirmou Rocha.

Em relação ao braço financeiro da companhia, a Midway registrou uma receita de R$ 419,1 milhões no trimestre, com incremento de 1,2%. As perdas com o cartão da loja chegaram a 6,7%, ante 8,7% um ano antes.

As despesas operacionais totais da Guararapes aumentaram 4,4% no trimestre, para R$ 614,7 milhões, com melhor controle de despesas. O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda) teve alta de 62% no período, somando R$ 213,6 milhões.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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