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29/08/2017

BANQUEIROS DE WALL STREET VENDEM AÇÕES DAS PRÓPRIAS INSTITUIÇÕES

Por Ben McLannahan | Financial Times

Analistas de Wall Street vêm exortando investidores este ano a comprar ações de grandes bancos dos EUA. Mas a própria Wall Street não está dando ouvidos.

Executivos e membros dos conselhos de administração dos seis maiores bancos americanos têm sido vendedores consistentes de ações de seus próprios bancos, segundo uma análise feita pelo “Financial Times” com base em dados fornecidos pela “Bloomberg”.

Fontes dos seis maiores bancos em ativos – J.P. Morgan Chase, Bank of America, Wells Fargo, Citigroup, Goldman Sachs e Morgan Stanley – venderam um total líquido de 9,32 milhões de ações no mercado desde a virada do ano. Mesmo excluindo as grandes vendas de ações do Wells Fargo por Warren Buffett em abril, para evitar tropeçar nas regras que impõem um teto ao controle por instituições não bancárias, as vendas pelos executivos superam as compras em cerca de 14 por 1.

Isso representa uma série incomumente longa de vendas líquidas em cada um dos seis grandes bancos. No ano passado, por exemplo, executivos do J.P. Morgan, Citigroup e Bank of America compraram mais ações do que venderam.

Alguns observadores afirmam que as vendas podem ter sido motivadas pelo desencanto com o programa econômico do presidente Donald Trump, que chegou ao poder em parte devido à promessa de aumentar os juros, reduzir os impostos e amenizar a regulamentação. Essa retórica ajudou na alta das ações dos bancos nas semanas posteriores à eleição de novembro.

Mas uma série de reveses no front político lançaram, desde então, dúvidas quanto a esses objetivos, derrubando as ações bancárias. Na última sexta, o índice KBW Banks – um agrupamento de duas dezenas dos maiores bancos regionais e de Wall Street – apresentava uma valorização de apenas 3% no ano.

As ações de bancos se tornaram um “barômetro” do sucesso ou fracasso das políticas da administração Trump, diz Robert Smalley, analista de crédito do UBS em Nova York. A compra e venda de ações por executivos dos bancos pode ter um poderoso efeito sinalizador. No ano passado, Jamie Dimon, executivo-chefe e presidente do conselho de administração do J.P. Morgan, pareceu convidar para um fim na mini debandada das ações de bancos ao comprar meio milhão de papéis de seu próprio banco na metade de fevereiro.

Mas não está havendo demonstrações similares de confiança da parte desses profissionais neste ano, o que sugere que eles temem que os grandes ganhos obtidos sob a administração Trump podem ter chegado ao fim. Executivos do Goldman Sachs e Morgan Stanley não estão fazendo aquisições no mercado aberto este ano, segundo dados da Bloomberg.

David Hendler, fundador e presidente da Viola Risk Advisors, diz que as vendas recentes de ações por executivos dos grandes bancos de varejo, em particular, podem ser uma manobra inteligente, uma vez que algumas carteiras de varejo estão dando sinais de tensão. A inadimplência no cartão de crédito está aumentando, enquanto os financiamentos para compras de automóveis parecem frágeis.

“O risco de crédito está voltando a ser uma preocupação legítima após anos de hibernação”, afirma ele, acrescentando que as divisões de banco de investimentos pouco fizeram para compensar isso. O Goldman, por exemplo, vem apresentando desempenhos fracos em sua importante unidade de negociações de bônus – há dois trimestres seguidos.

“Não está havendo muita reação nos lucros, o cenário macro não ajuda muito. Então, por que não tirar algumas fichas da mesa?”, pergunta Hendler.

Via: Folha de São Paulo — Clipping de notícias de Marcus Herndl Filho, com informações do país e do mundo, além de finanças, economia e demais temas pertinentes.
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